A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal começou hoje o julgamento de 12 novos acusados de tentar um golpe de Estado para manter Jair Bolsonaro no poder. Entre os denunciados estão um general e um coronel do Exército, além de outros militares e um policial federal. Eles são parte do chamado núcleo 3, que é acusado de planejar ações para implementar o golpe, conforme a denúncia da Procuradoria-Geral da República. Este julgamento foi antecipado e, se a denúncia for aceita, os acusados enfrentarão processos no STF. O relator do caso é o ministro Alexandre de Moraes, e a análise das denúncias está dividida em cinco núcleos, totalizando 34 pessoas denunciadas. Durante o julgamento, a denúncia será lida e as defesas apresentadas, e os ministros decidirão se os acusados se tornarão réus.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia hoje, 20 de março, o julgamento de 12 novos acusados de tentativa de golpe de Estado, que visavam manter Jair Bolsonaro (PL) no poder. Entre os denunciados estão o general Estevam Theophilo, ex-comandante do Coter, e o coronel de Cavalaria Bernardo Romão Corrêa Netto.
Os acusados pertencem ao núcleo 3, que inclui 11 militares do Exército e um policial federal. Eles são acusados de planejar ações táticas para implementar o golpe, conforme a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O julgamento, que estava agendado para abril, foi antecipado para hoje e amanhã.
A PGR já havia aceitado denúncias contra 21 pessoas, incluindo Bolsonaro, que se tornaram réus. Este é o quarto conjunto de denúncias analisado pelos ministros do STF. O relator do caso é o ministro Alexandre de Moraes, que compõe a Primeira Turma, juntamente com os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.
Se a denúncia for aceita, os integrantes do núcleo 3 enfrentarão processos no STF. A análise das denúncias segue a ordem estabelecida pela corte, com o núcleo 1 já concluído e o núcleo 2 em andamento. A divisão das acusações em cinco núcleos visa agilizar o andamento dos casos, totalizando 34 pessoas denunciadas.
Durante o julgamento, a leitura da denúncia será seguida pela apresentação das defesas. Os ministros decidirão se os denunciados se tornarão réus. O caso é considerado um marco na história recente do Brasil, refletindo tensões políticas e a luta pela manutenção da democracia no país.
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