A Uefa fez uma declaração de conciliação após um incidente no 75º congresso da Fifa, que aconteceu no Paraguai. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, atrasou o início do evento em mais de duas horas, o que deixou os delegados europeus, incluindo Aleksander Ceferin, insatisfeitos. Infantino justificou seu atraso por uma viagem à Arábia Saudita e ao Catar, onde se encontrou com líderes, e pediu desculpas pelo “inconveniente”. A Uefa afirmou que o atraso foi um caso isolado e que a relação entre Ceferin e Infantino é boa, com comunicação aberta. No entanto, a Uefa criticou a mudança de planos de última hora, sugerindo que isso atende a interesses políticos e não ao futebol. Ceferin já havia se oposto a propostas de Infantino, como a ideia de realizar a Copa do Mundo a cada dois anos e a proposta de aumentar o número de seleções para 64 em 2030, que ainda não teve resposta de Infantino.
A Uefa emitiu uma mensagem de conciliação nesta segunda-feira, após um incidente que gerou descontentamento entre delegados europeus no 75º congresso da Fifa, realizado na última quinta-feira, no Paraguai. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, causou um atraso significativo no início do evento, que começou com mais de duas horas de espera.
A Uefa destacou que o atraso foi um evento isolado e não reflete a colaboração contínua entre as entidades. Em comunicado, a organização europeia afirmou que o relacionamento entre seu presidente, Aleksander Ceferin, e Infantino é “muito bom”, caracterizado por comunicação aberta e respeito mútuo.
Delegados europeus, incluindo Ceferin, deixaram o congresso irritados após Infantino justificar seu atraso devido a uma viagem à Arábia Saudita e ao Catar, onde se encontrou com líderes políticos e econômicos, incluindo o presidente dos EUA, Donald Trump. Ao iniciar sua fala, Infantino pediu desculpas pelo “inconveniente”, mencionando um “pequeno problema” com seu voo.
A Uefa criticou a mudança de planos de última hora, afirmando que isso parece atender a interesses políticos privados e não ao futebol. Nos últimos anos, Ceferin se opôs publicamente a Infantino em diversas questões, incluindo a proposta de sediar a Copa do Mundo a cada dois anos, que foi abandonada. Recentemente, Ceferin também se manifestou contra a ideia de uma Copa do Mundo com 64 seleções em 2030, proposta por Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol. Infantino ainda não se pronunciou sobre essas críticas.
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