O partido Chega, de ultradireita e liderado por André Ventura, ganhou 55 deputados nas eleições de 2024, empatando com o Partido Socialista (PS). Esse resultado fez com que o PS mudasse seu discurso sobre imigração, levando à saída do líder Pedro Nuno Santos. Desde sua entrada no Parlamento em 2019, o Chega cresceu muito, especialmente com um discurso contra a imigração que atraiu parte da população. Em 2024, o partido aumentou sua representação em 5,4 mil%, passando de 50 para 55 deputados, e conquistou pela primeira vez distritos como Faro, Beja, Portalegre e Setúbal, onde há problemas sociais ligados à imigração. A vitória do Chega mostra a radicalização da direita em Portugal, e o governo reeleito da Aliança Democrática (AD) adotou algumas ideias do Chega para ganhar votos, incluindo promessas de controle de imigração. O primeiro-ministro Luís Montenegro apoiou ações policiais polêmicas contra imigrantes, mesmo sem provas de aumento da criminalidade. A pressão sobre o PS levou Pedro Nuno Santos a mudar sua postura, mas isso não foi suficiente para evitar um empate que foi visto como uma derrota histórica. Ele reconheceu que a situação é difícil para a esquerda e para o PS, enquanto a polarização política em Portugal aumenta, refletindo uma tendência de apoio à ultradireita na Europa.
O partido de ultradireita Chega, liderado por André Ventura, conquistou 55 deputados nas eleições de 2024, empatando com o Partido Socialista (PS). Este resultado forçou o PS a moderar seu discurso sobre imigração, levando à saída do líder Pedro Nuno Santos após a derrota.
Desde sua estreia no Parlamento em 2019, o Chega tem crescido exponencialmente, especialmente com um discurso anti-imigração que ressoou com parte da população. Em 2024, o partido aumentou sua representação em 5,4 mil%, passando de 50 para 55 deputados. Ventura conquistou pela primeira vez um distrito, em Faro, e também venceu em Beja, Portalegre e Setúbal, regiões com problemas sociais relacionados à imigração.
A vitória do Chega é um reflexo da radicalização da direita em Portugal. O governo da Aliança Democrática (AD), reeleito, incorporou elementos do discurso do Chega, ganhando votos com promessas de controle de imigração. O primeiro-ministro reeleito, Luís Montenegro, apoiou ações policiais controversas contra imigrantes, mesmo sem dados que comprovassem aumento da criminalidade.
A pressão sobre o PS levou Pedro Nuno Santos a alterar seu discurso, abandonando a postura pró-imigração da era de António Costa. A mudança de estratégia não foi suficiente para evitar um empate que teve sabor de derrota histórica para o partido. A apuração dos votos do círculo europeu e fora da Europa, que inclui o Brasil, poderá definir o futuro da composição parlamentar.
Pedro Nuno Santos reconheceu a dificuldade da situação, afirmando que são tempos duros para a esquerda e para o PS. A polarização política em Portugal se intensifica, refletindo um cenário europeu de crescente apoio à ultradireita.
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