Almir Sater, músico de 69 anos, está tentando conseguir uma liminar na Justiça Federal para provar que não tem dívidas fiscais. Ele deve R$ 731.896,81 de Imposto Territorial Rural (ITR) de 2018, o que levou a uma execução fiscal. Embora tenha recebido uma decisão que anulou a cobrança, a União ainda recorre e mantém seu nome como devedor. Isso impede Sater de obter um documento que comprove a inexistência de débitos, necessário para suas atividades. Para fortalecer seu pedido, ele ofereceu uma propriedade rural, avaliada em mais de R$ 4,2 milhões, como garantia. Essa propriedade pertence à empresa INKO Agropecuária, da qual ele é sócio e administrador. Os advogados de Sater afirmam que a cobrança está suspensa por decisão judicial, o que justificaria a emissão do documento. O caso está na 6ª Vara Federal de Campo Grande e a liminar deve ser analisada em breve.
O músico Almir Sater, de 69 anos, está em busca de uma liminar na Justiça Federal para comprovar a inexistência de débitos fiscais. Ele enfrenta um débito de R$ 731.896,81 referente ao Imposto Territorial Rural (ITR) de 2018, que resultou em uma execução fiscal. Apesar de ter obtido uma decisão favorável que declarou nula a certidão de cobrança, a União continua recorrendo, mantendo seu nome como devedor.
A situação impede Sater de obter a certidão negativa de débitos, essencial para o exercício de suas atividades. Para reforçar seu pedido, o artista ofereceu como caução uma propriedade rural avaliada em mais de R$ 4,2 milhões, localizada em Aquidauana, no Mato Grosso do Sul. A propriedade é de titularidade da empresa INKO Agropecuária, da qual ele é sócio e administrador.
Os advogados de Sater argumentam que a exigibilidade do crédito está suspensa por decisão judicial, o que justificaria a emissão do documento que atesta a inexistência de débitos. O caso está em andamento na 6ª Vara Federal de Campo Grande, e a expectativa é que a liminar seja analisada em breve.
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