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Cresce a adesão ao criacionismo nos EUA, desafiando a evolução científica

Crenças em criação jovem ainda são fortes nos EUA, com 17% dos adultos acreditando que humanos existem desde o início do tempo.

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Muitas pessoas ainda acreditam na criação do mundo conforme a Bíblia, mesmo após o julgamento de Scopes em 1925, que foi um marco na discussão entre criação e evolução. Atualmente, 17% dos americanos acreditam que os humanos existem desde o início do tempo, enquanto 37% acham que Deus criou os humanos há cerca de 10 mil anos. Essa crença é forte em regiões como o norte de Kentucky, onde existem o Museu da Criação e uma réplica gigante da Arca de Noé, que atraem milhões de visitantes. Educadores de ciência estão preocupados com essa resistência à evolução, que consideram uma ameaça ao entendimento científico, especialmente em questões como mudanças climáticas. Ken Ham, defensor da criação, fundou a organização Respostas em Gênesis e abriu o Museu da Criação em 2007 e o parque temático Ark Encounter em 2016, que promove a ideia de que a história bíblica é verdadeira. Apesar do consenso científico de que a Terra tem bilhões de anos e que a evolução é um fato comprovado, muitos ainda defendem a visão criacionista. Pesquisas mostram que a maioria dos americanos acredita na evolução, mas muitos também pensam que Deus teve um papel nesse processo. A discussão sobre criação e evolução continua a ser um tema polêmico nas escolas e na sociedade.

A controvérsia entre criação e evolução continua a ser um tema relevante nos Estados Unidos, mesmo após quase um século do julgamento de Scopes em 1925. O caso envolveu um professor condenado por ensinar a teoria da evolução, refletindo um conflito cultural que persiste. Atualmente, 17% dos americanos acreditam que os humanos existem desde o início do tempo, enquanto 37% afirmam que Deus criou os humanos em um período recente.

O apoio ao criacionismo é evidente em regiões como o norte de Kentucky, onde se localizam o Museu da Criação e uma réplica em tamanho real da Arca de Noé. Esses locais atraem cerca de 1,5 milhão de visitantes por ano. Educadores científicos expressam preocupação com essa crença, considerando-a parte de um movimento anti-ciência que pode impactar questões como as mudanças climáticas.

Ken Ham, fundador da organização Answers in Genesis, tem promovido o criacionismo há 50 anos. Ele inaugurou o Museu da Criação em 2007 e o parque temático Ark Encounter em 2016, que apresenta uma réplica da arca com 155 metros de comprimento. Ham defende que a história bíblica é verdadeira e que isso valida a mensagem do Evangelho.

As crenças criacionistas incluem a ideia de que Deus criou o mundo em seis dias e que a Terra tem apenas alguns milhares de anos. A comunidade científica, no entanto, afirma que a Terra possui bilhões de anos e que a evolução é um fato amplamente aceito. Um estudo de 2014 revelou que 98% dos cientistas americanos aceitam a evolução.

Embora a questão da criação versus evolução não esteja no centro do debate público atualmente, o julgamento de Scopes estabeleceu um precedente para futuras disputas culturais. A legislação sobre o ensino de evolução e criacionismo tem sido contestada em tribunais, com decisões que frequentemente favorecem a ciência. Pesquisas recentes mostram que, apesar do apoio ao criacionismo, a maioria dos americanos acredita na evolução, com muitos considerando que Deus pode ter um papel nesse processo.

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