O ex-prefeito Edinho Silva, que tem o apoio do presidente Lula, está concorrendo à presidência do PT e negou que já tenham sido feitos acordos sobre cargos na direção do partido. Ele afirmou que a escolha do tesoureiro será feita após a eleição marcada para 6 de julho, onde ele é o favorito com 55% dos votos. Edinho tentou afastar a ideia de que a permanência de Gleide Andrade na tesouraria já esteja garantida, ressaltando que a unidade do partido deve se basear em propostas políticas. Apesar de sua negação, ficou decidido que a indicação para a tesouraria será feita pelo grupo atual, que inclui Gleide. Lula também será consultado sobre o futuro tesoureiro. Edinho enfrentará três adversários de correntes menores na eleição.
O ex-prefeito Edinho Silva, apoiado pelo presidente Lula, está concorrendo à presidência do Partido dos Trabalhadores (PT). A eleição está marcada para o dia seis de julho, e Edinho é o favorito, com 55% dos votos projetados.
Nesta terça-feira (20), Edinho negou que já existam acordos sobre a definição de cargos na nova direção do partido. Ele afirmou que a escolha do tesoureiro será feita após a eleição. O ex-prefeito destacou que a unidade do PT está baseada em propostas políticas e não em nomes.
Embora Edinho não tenha confirmado a permanência de Gleide Andrade na tesouraria, fontes do partido indicam que a indicação para o cargo ficará a cargo do grupo que integra a atual direção. Lula deverá ser consultado sobre a escolha do futuro tesoureiro.
A candidatura de Edinho recebeu o apoio da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), encerrando uma disputa interna significativa. Ele enfrentará três adversários: o deputado federal Rui Falcão, e os dirigentes Valter Pomar e Romênio Pereira, todos de correntes minoritárias.
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