A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi ligada a uma empresa chamada Cedro do Líbano, que pagou algumas despesas de seu cartão de crédito, o que gerou suspeitas de irregularidades. Recentemente, surgiram informações falsas nas redes sociais associando essa empresa a uma fraude de R$ 32 milhões no INSS, mas a Cedro do Líbano não está entre as entidades investigadas por essa fraude. As publicações enganosas usaram um título de uma reportagem de 2023, alterando o contexto para criar confusão. A empresa foi investigada por pagar despesas de Michelle, mas não está na lista de entidades suspeitas da fraude do INSS, que envolve outras doze empresas. A Cedro do Líbano foi alvo de investigações por transferências a um militar que pagou despesas do cartão de crédito de Michelle em pelo menos três ocasiões. Em 2024, a Controladoria-Geral da União abriu um processo contra a empresa.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi associada à empresa Cedro do Líbano, que pagou despesas de seu cartão de crédito. Recentemente, informações falsas circularam nas redes sociais, ligando a empresa a uma fraude de R$ 32 milhões no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). No entanto, a Cedro do Líbano não está entre as entidades investigadas por essa fraude.
As publicações enganosas utilizam um título de uma reportagem de 2023 da Mídia Ninja, mas com uma legenda falsa. A legenda afirma que a empresa investigada por roubar R$ 32 milhões dos aposentados do INSS pagava o cartão de crédito de Michelle. A reportagem original, publicada em julho de 2023, mencionava a empresa como suspeita de pagar despesas da ex-primeira-dama, mas não a relacionava à fraude do INSS, que foi revelada em 2025.
A Cedro do Líbano, Comércio de Madeiras e Materiais para Construção, foi investigada por transferências a um militar da Ajudância de Ordens da Presidência da República. Esse servidor fez saques em dinheiro e pagou despesas do cartão de crédito de Michelle em pelo menos três ocasiões. Em 2024, a Controladoria-Geral da União (CGU) abriu um processo contra a empresa, mas ela não consta na lista de entidades suspeitas da fraude no INSS, que envolve doze outras entidades.
A viralização das informações falsas foi significativa, com um post no Facebook acumulando mais de mil compartilhamentos. A verificação dos fatos foi realizada por veículos como Aos Fatos, Reuters e Lupa.
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