O PT está se preparando para as eleições de 2026, com a escolha de um novo presidente marcada para julho. Edinho Silva é o favorito para a presidência do partido, e a desistência de Washington Quaquá fortaleceu a unidade interna. Fernando Haddad, ministro da Fazenda, afirmou que o PT dará trabalho à extrema direita nas eleições e destacou a importância de ter um palanque forte em São Paulo. Embora ainda não haja definições concretas sobre candidaturas, Haddad é cogitado para concorrer ao governo paulista ou ao Senado. O partido acredita que precisa de candidatos fortes para enfrentar os bolsonaristas e garantir votos para Lula, que já sinalizou que pretende se reeleger. As articulações para as eleições de 2026 estão em andamento, com foco em estados importantes como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco.
BRASÍLIA – O Partido dos Trabalhadores (PT) se mobiliza para as eleições de 2026, com a escolha de um novo presidente marcada para julho. Edinho Silva é o favorito na disputa, enquanto discussões sobre candidaturas aos governos estaduais e ao Senado ocorrem nos bastidores.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que o PT dará trabalho à extrema direita nas eleições. Ele enfatizou a necessidade de um palanque forte em São Paulo para garantir votos a Luiz Inácio Lula da Silva, que já sinalizou sua intenção de concorrer à reeleição. Haddad fez essas declarações durante um evento de campanha de Edinho Silva.
A desistência de Washington Quaquá à presidência do PT fortaleceu a unidade do partido. A eleição interna contará com quatro candidatos: Edinho Silva, Rui Falcão, Valter Pomar e Romênio Pereira. A votação ocorrerá no dia 6 de julho.
Os integrantes do PT acreditam que é crucial ter candidatos fortes ao Senado para enfrentar os bolsonaristas, que veem a eleição de 2026 como uma oportunidade de consolidar maioria na Casa Alta do Congresso. Haddad é mencionado como um potencial candidato ao Senado, além de sua possível candidatura ao governo paulista.
As articulações para 2026 estão em andamento, com foco em estados estratégicos como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Pernambuco. O cenário político se intensifica, especialmente com a movimentação da direita, enquanto o PT busca consolidar sua força nas próximas eleições.
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