Líderes de centrais sindicais criticaram o ministro Márcio Macêdo por não os incluir em uma reunião com movimentos sociais sobre a jornada de trabalho 6×1 e a reforma do Imposto de Renda. Eles souberam do encontro pela imprensa e ficaram insatisfeitos, especialmente Sérgio Nobre, presidente da CUT, que comparou a situação a discutir reforma agrária sem o MST. Miguel Torres, da Força Sindical, disse que foi um erro de comunicação e destacou a importância de incluir os sindicatos nas discussões. Ricardo Patah, da UGT, falou com Macêdo e pediu uma reunião para tratar da pauta, que considera essencial.
Líderes das centrais sindicais manifestaram descontentamento com o ministro Márcio Macêdo, da Secretaria Geral da Presidência, por não terem sido convidados para uma reunião sobre a jornada de trabalho 6×1 e a reforma do Imposto de Renda. O encontro ocorreu na segunda-feira, dia dezenove de maio, e contou com a presença de representantes de movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e a União Nacional dos Estudantes (UNE).
Os sindicalistas, incluindo Sérgio Nobre, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), ficaram surpresos ao saber do encontro pela imprensa. Nobre comparou a situação a discutir reforma agrária sem o MST presente. O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, também criticou a ausência dos sindicatos, afirmando que foi um “erro de interpretação” da assessoria do ministro.
Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), contatou Macêdo para reiterar que a pauta da jornada de trabalho é de interesse dos sindicatos. Ele informou que o ministro se comprometeu a agendar uma reunião com as centrais em breve. A articulação com os movimentos sociais é vista como importante, mas os líderes sindicais ressaltam a necessidade de inclusão do movimento sindical nas discussões.
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