Javier Milei, presidente da Argentina, celebrou sua vitória nas eleições legislativas em Buenos Aires, onde derrotou o PRO, partido do ex-presidente Mauricio Macri. Ele afirmou que Macri deve entender que seu tempo passou e planeja formar alianças com líderes do PRO para enfrentar o peronismo nas próximas eleições. O partido de Milei, La Libertad Avanza, obteve 30% dos votos, enquanto o peronismo ficou em segundo lugar com 27% e o PRO em terceiro com quase 16%. Milei acredita que o PRO está obsoleto e que os líderes do partido se unirão a ele. A próxima eleição importante será em setembro na província de Buenos Aires, onde Milei espera derrotar candidatos peronistas. Desde que Milei assumiu, o peso argentino se valorizou, o que melhorou a situação econômica para muitos argentinos de classe média, ajudando a aumentar sua popularidade. Milei também anunciou medidas que agradam a essa classe, como redução de impostos e reforma migratória. Ele obteve mais votos em áreas ricas de Buenos Aires, mas enfrentou dificuldades em bairros de classe média afetados por suas políticas. A relação entre Milei e Macri se deteriorou, especialmente após a decisão de cada um concorrer separadamente nas eleições.
Javier Milei, presidente da Argentina, celebrou sua vitória nas eleições legislativas em Buenos Aires, onde seu partido, La Libertad Avanza (LLA), obteve 30% dos votos, superando o peronismo, que ficou com 27%, e o PRO, que alcançou apenas 16%. Milei afirmou que “Macri deve entender que seu momento passou”, destacando sua ascensão como líder da direita e do antiperonismo.
O presidente planeja formar alianças com líderes do PRO, independentemente de Mauricio Macri, para enfrentar o peronismo nas próximas eleições na província de Buenos Aires, programadas para setembro. Milei acredita que a valorização do peso argentino impactou positivamente sua popularidade entre os eleitores de classe média, que se beneficiaram de um cenário econômico favorável.
A eleição em Buenos Aires foi vista como um plebiscito sobre o governo Milei, com a participação mais baixa da história, 53,3%. O candidato do governo, Manuel Adorni, foi o mais votado, mas enfrentou resistência em áreas de classe média, onde o peronismo ainda mantém força. Milei, por sua vez, destacou que as portas da LLA estão abertas para todos que compartilham suas propostas.
A relação entre Milei e Macri se deteriorou, especialmente após a decisão de ambos competirem separadamente nas eleições. Durante a campanha, Milei criticou Macri, chamando-o de “chorão” por suas queixas sobre a divulgação de um vídeo falso. A disputa entre os dois reflete uma mudança significativa no cenário político argentino, com Milei se consolidando como a principal figura da direita no país.
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