O STF aceitou denúncias contra 31 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, por uma suposta trama golpista. No entanto, Cleverson Ney Magalhães e Nilton Diniz Rodrigues não se tornaram réus porque não havia provas suficientes de sua participação. O ministro Alexandre de Moraes afirmou que não existiam indícios mínimos de crime contra eles. Cleverson, que é coronel da reserva, e Nilton, um general, foram acusados de tentar convencer o alto comando do Exército a apoiar o golpe, mas as evidências não sustentaram as acusações. Cleverson foi mencionado em uma reunião com Mauro Cid, mas sua defesa disse que ele estava em um encontro social, não político. Nilton, que tinha uma boa relação com o ex-comandante do Exército, teve sua defesa questionando a lógica de um militar que supostamente apoiaria um golpe ser promovido a general. Cleverson tem um histórico militar respeitável e recebe um salário de R$ 29.200, enquanto Nilton, também com formação militar, é general de brigada e ganha R$ 32.552. Ambos estão na reserva e não foram considerados culpados até agora.
O STF aceitou denúncias contra 31 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, relacionadas a uma suposta trama golpista. Entre os denunciados, Cleverson Ney Magalhães e Nilton Diniz Rodrigues não se tornaram réus devido à falta de provas que comprovassem sua participação.
O ministro Alexandre de Moraes destacou que não há indícios mínimos de ilícito criminal contra os dois. Cleverson, coronel da reserva, e Nilton, general, foram acusados de tentar influenciar o alto comando do Exército a apoiar o golpe. No entanto, Moraes afirmou que as evidências apresentadas não sustentam as acusações.
Cleverson foi mencionado em uma reunião com Mauro Cid, onde se discutiu a trama golpista. A defesa do coronel argumentou que ele participou de um encontro social e não de uma reunião política. O advogado Luiz Mário Felix de Moraes Guerra afirmou que o evento não tinha caráter conspiratório.
Nilton, por sua vez, era próximo do ex-comandante do Exército, Freire Gomes, e sua proximidade era considerada essencial para o plano golpista. A defesa do general, representada por Cleber Lopes de Oliveira, questionou a lógica de um militar que supostamente apoiaria um golpe ser promovido a general.
Cleverson possui um histórico militar respeitável, com formação na Academia Militar das Agulhas Negras e mestrado em Ciências Militares. Atualmente, ele recebe um salário bruto de R$ 29.200. Nilton, também com formação em Ciências Militares, é general de brigada e tem uma remuneração mensal de R$ 32.552. Ambos os militares estão na reserva e não foram considerados culpados pelas acusações até o momento.
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