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Justiça exige transparência sobre despesas de Janja em viagens internacionais

A primeira-dama Janja enfrenta questionamentos sobre suas viagens internacionais, com a Justiça exigindo transparência nas despesas.

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A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, está enfrentando críticas sobre suas despesas em viagens internacionais. A Justiça Federal deu um prazo de vinte dias para que o governo explique esses gastos e notificou Janja para apresentar sua defesa. O ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, defendeu que uma ação popular que questiona essas despesas tem o objetivo de causar constrangimento e afirmou que não há provas suficientes para que a Justiça aceite os pedidos. Ele disse que todas as regras de transparência foram seguidas e que a ação deve ser arquivada. A Justiça também rejeitou um pedido para suspender os pagamentos relacionados às viagens de Janja, pois não foram encontradas ilegalidades nos atos administrativos.

A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, enfrenta críticas sobre a transparência de suas despesas em viagens internacionais. A Justiça Federal determinou um prazo de vinte dias para que a União se manifeste sobre os gastos da primeira-dama. Janja também foi notificada para apresentar sua defesa no processo.

O ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, defendeu que a ação popular que questiona as despesas de Janja tem como objetivo causar constrangimento. Ele afirmou que não há elementos suficientes para que a Justiça aceite os pedidos. Messias comentou que ações populares muitas vezes visam apenas manchetar e não trazem questões novas ao debate público.

A ação foi movida pelo vereador Guilherme Kilter, do partido Novo, e pelo advogado Jeffrey Chiquini. Eles solicitam a suspensão de quaisquer ordens de pagamento relacionadas às viagens da primeira-dama. O juiz Leonardo Tavares Saraiva, da 9ª Vara Federal Cível de Brasília, rejeitou a liminar que impedia o pagamento das despesas, alegando que não há provas de ilegalidade.

Messias destacou que todas as regras de transparência e interesse público foram respeitadas pelo governo em relação aos gastos de Janja. Ele afirmou que o destino da ação será o arquivamento, uma vez que não há fundamentos para prosseguir. A situação levanta questões sobre a necessidade de maior clareza nas despesas da primeira-dama, especialmente em um contexto político onde a oposição utiliza essas informações para criticar o governo.

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