O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu que não vai considerar áudios de um policial federal no julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado envolvendo Jair Bolsonaro e 11 militares. Ele afirmou que os áudios não trazem informações novas e não foram anexados oficialmente à denúncia. A defesa do policial Wladimir Soares pediu um adiamento, mas foi negado. A Procuradoria-Geral da República sugeriu que a investigação sobre os áudios seja feita pela corregedoria da Polícia Federal. A subprocuradora-geral Claudia Marques disse que, se houve erros por parte do policial, um procedimento disciplinar deve ser iniciado. Os áudios foram incluídos no inquérito, mas não são relevantes para a denúncia atual. A Primeira Turma do STF está analisando a denúncia contra o que a PGR chama de “núcleo 3” da trama golpista, que planejava ações táticas, incluindo uma tentativa de assassinato contra Moraes. Até agora, as acusações contra os 21 réus foram aceitas por unanimidade. Esta é a quarta denúncia da PGR, dividida em cinco partes para facilitar o processo. Se a denúncia for aceita, os réus enfrentarão novos processos no STF.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu que os áudios de um policial federal, que mencionam um grupo disposto a “matar meio mundo” para manter Jair Bolsonaro no poder, não serão considerados no julgamento atual. A análise ocorre em meio a denúncias de tentativa de golpe de Estado contra Bolsonaro e 11 militares, com 21 réus já formalizados.
Moraes argumentou que os áudios não apresentam fatos novos e não foram oficialmente anexados à denúncia. O pedido de adiamento feito pela defesa do policial Wladimir Soares, que fez as declarações em conversas de WhatsApp, foi negado. A Procuradoria-Geral da República (PGR) sugeriu que a investigação sobre os áudios seja conduzida pela corregedoria da Polícia Federal.
A subprocuradora-geral da República, Claudia Marques, afirmou que, se houve excessos por parte da autoridade policial, um procedimento disciplinar deve ser instaurado. Os áudios foram incluídos no inquérito que investiga a tentativa de golpe, mas não foram considerados relevantes para a denúncia atual.
Detalhes do Julgamento
A Primeira Turma do STF analisa a denúncia contra o que a PGR classifica como “núcleo 3” da trama golpista, responsável por planejar ações táticas, incluindo uma tentativa de assassinato contra Moraes. Entre os réus estão 11 militares e um agente da PF, com destaque para o general Estevam Cals Theóphilo, que teria apoiado o plano golpista.
Até o momento, a Primeira Turma aceitou por unanimidade as acusações contra os 21 réus. Esta é a quarta denúncia da PGR a ser analisada, que foi dividida em cinco partes para facilitar o processo. Se a denúncia for aceita, os integrantes do núcleo 3 enfrentarão novos processos no STF.
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