Dois policiais da Inglaterra estão sendo julgados por usar força excessiva contra Donald Burgess, um idoso de 93 anos com deficiência, em um asilo em St Leonards-on-Sea. O incidente aconteceu em 21 de junho de 2022, quando os policiais foram chamados porque Burgess ameaçou uma funcionária com uma faca. Imagens mostram que, em menos de dois minutos após chegarem, os policiais usaram spray de pimenta, bastão e taser contra ele, que estava em uma cadeira de rodas. Burgess foi hospitalizado e morreu 22 dias depois, mas os policiais não são responsabilizados pela morte. Um dos policiais nega as acusações de agressão, enquanto o outro nega a acusação relacionada ao uso do taser. O julgamento está em andamento e levanta questões sobre o uso da força em situações com pessoas vulneráveis.
Dois policiais ingleses estão sendo julgados por suposta força excessiva contra Donald Burgess, um idoso de 93 anos com deficiência, em um asilo em St Leonards-on-Sea, East Sussex. O incidente ocorreu em 21 de junho de 2022, quando os agentes responderam a uma chamada de emergência após Burgess ameaçar uma funcionária com uma faca de mesa.
Imagens de câmeras corporais mostram que, em menos de um minuto e trinta segundos após entrarem no quarto, os policiais aplicaram spray de pimenta diretamente no rosto do idoso, seguido por golpes de bastão e o uso de taser. A promotoria afirma que os policiais Stephen Smith e Rachel Comotto utilizaram esses métodos contra Burgess, que estava em uma cadeira de rodas segurando uma pequena faca de serrilha.
Após o incidente, Burgess foi hospitalizado, contraiu Covid-19 e faleceu 22 dias depois. Contudo, os promotores enfatizam que os policiais não estão sendo responsabilizados pela morte do idoso. Smith, de 51 anos, nega duas acusações de agressão, enquanto Comotto nega uma acusação relacionada ao uso do taser.
Questões em Debate
O julgamento, que está em andamento no Tribunal da Coroa de Southwark, inclui a apresentação de imagens das câmeras corporais e depoimentos de testemunhas. O caso levanta questões sobre o uso da força por policiais em situações envolvendo indivíduos vulneráveis e com mobilidade reduzida. A defesa dos policiais argumenta que a resposta foi proporcional à ameaça percebida.
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