Guilherme Boulos, deputado federal pelo PSOL de São Paulo, deve assumir a Secretaria Geral da Presidência, o que deixará uma vaga na Câmara dos Deputados. Ricardo Galvão, atual presidente do CNPq e primeiro suplente da federação PSOL-Rede, pode ocupar esse lugar, mas precisa decidir se vai deixar seu cargo no CNPq. Ele está conversando com o partido sobre essa possibilidade. Um membro da direção da Rede acredita que Galvão na Câmara seria importante, especialmente em um momento em que a ciência precisa de mais espaço no debate político.
A eventual saída do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) para a Secretaria Geral da Presidência resultará na abertura de uma vaga na Câmara dos Deputados. O professor Ricardo Galvão (Rede-SP), atual presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e primeiro suplente da federação PSOL-Rede, é o candidato para assumir o cargo.
Galvão precisaria deixar a presidência do CNPq para assumir a vaga. A decisão ainda está em discussão entre seus aliados. Giovanni Mockus, membro da direção nacional da Rede, afirmou que Galvão está em diálogo com as lideranças do partido sobre os próximos passos.
Mockus defende que “um cientista na Câmara dos Deputados daria uma grande contribuição para o Brasil”. Ele acredita que a presença de Galvão ajudaria a pautar debates estratégicos e a modernizar a legislação federal de ciência e tecnologia, especialmente em um momento de crescente negacionismo.
A situação ainda está em evolução, e a decisão de Galvão pode impactar tanto sua carreira quanto a composição da Câmara. A expectativa é que a definição ocorra em breve, considerando a importância do cargo e as implicações para a ciência e tecnologia no país.
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