Ronald Johnson, ex-embaixador de El Salvador e veterano da CIA, foi nomeado novo embaixador dos EUA no México, substituindo Ken Salazar. Ele foi recebido pela presidente Claudia Sheinbaum e destacou a importância da relação entre os dois países, mencionando segurança e migração. Johnson, que tem um histórico militar e é próximo de Nayib Bukele, já expressou a necessidade de uma abordagem mais rígida em relação ao crime no México, o que gerou preocupações. Durante sua cerimônia de posse, ele agradeceu a Sheinbaum e falou sobre a importância da colaboração entre os EUA e o México. Johnson já teve um papel semelhante em El Salvador, onde promoveu uma política de combate às gangues e controle migratório.
Ronald Johnson, ex-embaixador de El Salvador e veterano da CIA, foi nomeado novo embaixador dos Estados Unidos no México. A cerimônia de entrega de credenciais ocorreu no Palácio Nacional, onde foi recebido pela presidente Claudia Sheinbaum. Johnson substitui Ken Salazar em um momento de tensões entre os dois países.
Durante a cerimônia, Johnson enfatizou a importância da relação entre os EUA e o México, destacando temas como segurança e migração. Sua postura militarizada, no entanto, gera preocupações. O novo embaixador, conhecido por sua proximidade com o ex-presidente Donald Trump, já manifestou a intenção de trabalhar em conjunto com o governo mexicano.
Nos primeiros dias em seu novo cargo, Johnson visitou a Basílica de Guadalupe, onde pediu sabedoria e força para sua nova responsabilidade. Em um vídeo, afirmou que a relação com o México é de grande importância, ressaltando que são “mais que parceiros, somos vizinhos e amigos”.
A escolha de Johnson, que não possui experiência em assuntos econômicos, reflete a linha dura que Trump deseja implementar no México. O embaixador já havia declarado ao Congresso dos EUA que todas as opções estão sobre a mesa, incluindo ações militares contra cartéis. Sheinbaum, por sua vez, já se manifestou contra essa abordagem, afirmando que não concorda com a militarização da relação.
Johnson tem um histórico militar significativo, tendo atuado em diversas operações ao redor do mundo. Sua nomeação é vista como um sinal da estratégia de Trump para a região, que inclui um controle mais rigoroso sobre a migração e a segurança. A relação entre os dois países, marcada por crises recentes, continua a ser um tema central na agenda diplomática.
Entre na conversa da comunidade