Brunna Rosa, que foi chefe da Secretaria de Estratégias e Redes da Secom, não poderá assumir um cargo na agência Mynd8 por seis meses, conforme decisão da Comissão de Ética Pública. Ela trabalhou na Secom de novembro de 2023 até janeiro de 2025, quando foi demitida pelo presidente Lula. Durante seu tempo no governo, Brunna teve acesso a informações confidenciais e, por isso, pediu à Comissão de Ética um parecer sobre sua nova proposta de trabalho para evitar conflitos de interesse. A decisão da comissão estabelece que, se Brunna receber outras ofertas de emprego nesse período, ela deve informar imediatamente.
Brunna Rosa, ex-chefe da Secretaria de Estratégias e Redes da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), foi impedida de assumir um cargo na agência Mynd8. A decisão foi tomada pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República (CEP) devido ao seu acesso a informações privilegiadas enquanto estava no governo.
Brunna ocupou o cargo na Secom de 28 de novembro de 2023 até 17 de janeiro de 2025, quando foi demitida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após sua saída, a primeira-dama Janja manifestou interesse em transferi-la para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas a proposta não foi bem recebida pelo então ministro da Secom, Sidônio Palmeira.
A intenção de Brunna era atuar na área de marketing político da Mynd8. Para evitar conflitos de interesse, ela solicitou um parecer da Comissão de Ética sobre sua nova posição. A comissão determinou que Brunna deverá cumprir um período de seis meses de quarentena, iniciando em 23 de fevereiro de 2025, data em que recebeu a proposta de trabalho.
O relatório da Comissão de Ética também estabelece que, caso Brunna receba novas propostas no setor privado durante esse período, ela deve informar imediatamente a comissão. Durante sua gestão na Secom, Brunna coordenou pesquisas sobre a popularidade do governo e liderou estratégias de comunicação digital para o Executivo Federal e seus ministérios.
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