Catherine Austin Fitts, ex-secretária-assistente de Habitação, afirmou em um podcast que o governo dos EUA construiu 170 bases subterrâneas secretas para abrigar ricos em crises globais. Ela mencionou que essas instalações foram financiadas com dinheiro não declarado e que possuem uma fonte de energia não convencional. Fitts disse que passou dois anos investigando a origem de US$ 21 trilhões em gastos não autorizados, que ela acredita terem sido usados para essas bases e um sistema de transporte subterrâneo. Embora suas alegações não tenham provas concretas, um relatório de 2017 de um economista confirmou a existência de gastos não autorizados nos departamentos de Defesa e de Habitação. Fitts também sugeriu que essas bases poderiam ser usadas em caso de um evento de quase extinção ou para projetos secretos do governo.
Catherine Austin Fitts, ex-secretária-assistente de Habitação, revelou em um podcast que o governo dos Estados Unidos teria desviado US$ 21 trilhões para a construção de 170 bases subterrâneas secretas. Essas instalações, segundo Fitts, estariam preparadas para abrigar apenas os super-ricos em caso de crises globais.
Fitts, que atuou no governo de George H. W. Bush, afirmou que as bases foram financiadas com dinheiro não declarado e que possuem um sistema de transporte subterrâneo. Em sua participação no programa de Tucker Carlson, ela destacou que essas estruturas seriam utilizadas em um possível “evento de quase extinção” e para projetos secretos do governo, como um suposto programa espacial.
A ex-secretária mencionou que as bases operariam com uma fonte de energia não convencional, cuja origem é desconhecida. “Estou convencida de que essa energia existe”, disse Fitts, referindo-se a naves que sobrevoam o planeta sem utilizar eletricidade convencional. Carlson corroborou a afirmação, citando um contato que trabalhou em uma dessas instalações em Washington, D.C.
Um relatório de Mark Skidmore, economista da Universidade Estadual de Michigan, confirmou a cifra de US$ 21 trilhões em gastos não autorizados entre 1998 e 2015. A investigação de Skidmore começou após a menção de ajustes não justificados de US$ 6,5 trilhões no orçamento do Exército em 2015, um valor que superava em 54 vezes o orçamento autorizado pelo Congresso para aquele ano.
Embora as alegações de Fitts sejam baseadas em estimativas e relatos pessoais, os números apresentados por Skidmore não foram contestados.
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