Durante a CPI das Bets, houve um debate acalorado entre a relatora Soraya Thronicke e o senador Eduardo Girão sobre a convocação do lobista Silvio Assis, que é acusado de liderar um esquema de chantagem no Senado. Girão defendeu a convocação de Assis, que teria recebido até quarenta milhões de reais de empresários para evitar convocações. Soraya, que já foi acusada de ter ligações com o lobista, disse que está sendo ameaçada e já levou o caso à Polícia Federal, mas não revelou os nomes dos ameaçadores por medo de falar sem provas. O presidente da CPI, Dr. Hiran, lembrou que a situação está sendo investigada pela polícia. A CPI deve encerrar suas atividades em breve, mas ainda há muitos requerimentos pendentes para análise.
Durante a sessão da CPI das Bets, senadores protagonizaram um intenso debate sobre a convocação do lobista Silvio Assis, acusado de liderar um esquema de chantagem no Senado. A relatora da CPI, Soraya Thronicke (Podemos-MS), e Eduardo Girão (Novo-CE) trocaram farpas sobre o tema. Girão pediu a convocação de Assis, que estaria envolvido em um esquema onde empresários pagariam até quarenta milhões de reais para evitar convocações.
Soraya, que já foi acusada de ter vínculos com o lobista, afirmou ser vítima de ameaças e que já reportou a situação à Polícia Federal. Durante a discussão, ela se recusou a revelar os nomes de quem a estaria ameaçando, alegando que não queria correr o risco de falar sem provas. “Eu sei de onde estão vindo os tiros contra mim”, afirmou a senadora.
O presidente da CPI, Dr. Hiran (PP-RR), interveio, ressaltando que o caso está sob investigação da Polícia Federal. Soraya reiterou que levou a denúncia à polícia e se posicionou como uma das vítimas de calúnias. A CPI, que deve encerrar suas atividades em breve, ainda tem muitos requerimentos pendentes, e a lista de influenciadores que seriam ouvidos não será analisada antes do término.
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