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Grupo de advogados solicita investigação da PGR sobre Moro e ex-juíza da Lava Jato

Grupo Prerrogativas pede investigação de Moro, Hardt e Dallagnol por irregularidades na Lava Jato, com base em relatório do CNJ.

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O grupo Prerrogativas apresentou uma denúncia na Procuradoria-Geral da República contra Sergio Moro, Gabriela Hardt e Deltan Dallagnol, pedindo que sejam investigados por irregularidades na Operação Lava Jato. A denúncia se baseia em um relatório do Conselho Nacional de Justiça que indica possíveis crimes como peculato, prevaricação e corrupção. O relatório, que foi aprovado por 9 votos a 5, sugere que os três teriam agido juntos para desviar até R$ 2,5 bilhões através de acordos de colaboração. O documento foi enviado à PGR, que deve decidir se abrirá uma investigação. A pressão sobre a PGR aumenta, já que o procurador-geral Paulo Gonet precisa avaliar se há provas suficientes para indiciar os envolvidos. Moro já negou as acusações, chamando as conclusões do relatório de “mera ficção”. O UOL tentou contato com Moro, Dallagnol e Hardt para comentários, mas ainda não houve resposta.

O grupo Prerrogativas protocolou uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Sergio Moro, a ex-juíza Gabriela Hardt e o ex-procurador Deltan Dallagnol. A solicitação, feita nesta quinta-feira, 21, pede a investigação dos três por supostas irregularidades durante a Operação Lava Jato. O pedido se baseia em um relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que sugere indícios de peculato, prevaricação e corrupção.

O relatório, aprovado por 9 votos a 5, aponta que Moro, Hardt e Dallagnol teriam atuado em conluio para desviar até R$ 2,5 bilhões por meio de acordos de colaboração e leniência. O documento foi enviado à PGR para que o órgão avalie a abertura de investigação, caso considere pertinente. O Prerrogativas destaca que, desde o envio do relatório, não houve diligências públicas conhecidas.

Pressão sobre a PGR

A representação do Prerrogativas aumenta a pressão sobre a PGR para que tome medidas em relação ao caso. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, é responsável por decidir sobre a abertura de inquérito e se há elementos suficientes para indiciar os suspeitos. O grupo cobra apuração e transparência, afirmando que é fundamental que o Ministério Público Federal cumpra seu papel constitucional.

Em abril de 2024, Moro já havia negado as acusações, classificando as conclusões do relatório como “mera ficção”. Ele afirmou não ter desviado “nenhum centavo”. O UOL procurou Moro, Dallagnol e Hardt para comentários, mas a matéria será atualizada caso haja resposta.

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