O julgamento da equipe de saúde envolvida na morte de Diego Maradona foi suspenso por dez dias para investigar a juíza Julieta Makintach, que é acusada de ser parcial por ter participado de um documentário sobre o jogador. O procurador Patricio Ferrari pediu a suspensão, afirmando que a imparcialidade da juíza poderia estar em risco. Makintach, que é uma das três juízas do caso, disse que pode se afastar se necessário. O advogado Fernando Burlando, que representa as filhas de Maradona, concordou que a suspensão é importante para a justiça. A equipe de saúde enfrenta acusações de homicídio simples, com penas que podem chegar a 25 anos. A família de Maradona alega que houve negligência no tratamento domiciliar que ele recebeu antes de sua morte em casa, após uma crise cardiorrespiratória. O julgamento começou em março em San Isidro e deve durar até julho, com várias audiências e muitas testemunhas. A situação atual levanta preocupações sobre a integridade do processo judicial.
O julgamento da equipe de saúde acusada pela morte de Diego Maradona foi suspenso por dez dias. A decisão foi tomada para investigar a juíza Julieta Makintach, acusada de parcialidade por estar envolvida em um documentário sobre o ícone do futebol.
O procurador Patricio Ferrari solicitou a suspensão, alegando que a imparcialidade da juíza poderia estar comprometida. Durante as audiências, a presença de documentalistas gerou preocupações sobre a influência externa no processo. Ferrari destacou que a situação é “grave” e requer uma análise cuidadosa.
Makintach defendeu sua posição, afirmando que, se necessário, se afastaria do caso. Ela é uma das três juízas que conduzem o julgamento, ao lado de Veronica Di Tommaso e Maximiliano Savarino. O advogado Fernando Burlando, que representa as filhas de Maradona, afirmou que a suspensão é necessária para garantir a continuidade do processo com rigor.
As acusações contra a equipe de saúde incluem homicídio simples, com penas que podem variar de 8 a 25 anos de prisão. A família de Maradona alega negligência, afirmando que a equipe insistiu em um tratamento domiciliar inadequado. Os réus, por sua vez, negam qualquer responsabilidade pela morte do ex-jogador, que ocorreu em sua residência em Tigre, após uma crise cardiorrespiratória.
O julgamento, que começou em março em San Isidro, está previsto para durar até julho, com duas audiências semanais e um total de 120 testemunhas. A situação atual levanta questões sobre a integridade do processo judicial e a busca por justiça em um caso que continua a impactar o mundo do futebol.
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