O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, falou sobre a necessidade de mudar o sistema de combate ao crime no Brasil durante uma audiência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Ele disse que o modelo atual é ineficaz e que o país está apenas “enxugando gelo”. Lewandowski propôs uma emenda à Constituição para unir as polícias já existentes, como a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, sem criar novas instituições. Ele também comentou sobre a prisão do traficante Tuta, que aconteceu na Bolívia, e a considerou uma vitória importante no combate ao crime organizado, já que Tuta é um dos sucessores de Marcola, líder do PCC. A prisão foi resultado de uma operação complexa e Tuta é visto como um criminoso perigoso. Lewandowski destacou a relevância dessa ação para desmantelar redes criminosas no Brasil.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, destacou a necessidade de reformular o sistema de combate à criminalidade no Brasil, durante audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Ele afirmou que o país está “enxugando gelo” com o modelo atual, que considera ineficaz.
Lewandowski defendeu uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa unir as polícias existentes e aprimorar suas atuações. O ministro ressaltou que a proposta não cria novas instituições, mas busca integrar as já existentes, como a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal. Ele enfatizou que a PEC não ofende poderes individuais nem atenta contra a separação dos Poderes.
Combate ao Crime Organizado
Na mesma audiência, Lewandowski comentou sobre a prisão do traficante Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta, ocorrida na Bolívia. Ele classificou a captura como uma “vitória muito importante” no combate ao crime organizado. Tuta é considerado um dos sucessores de Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC).
A prisão do traficante, realizada em Santa Cruz de La Sierra, foi resultado de uma operação complexa, segundo o ministro. Tuta foi detido por falsidade ideológica e é descrito como um “delinquente de alta periculosidade”. Lewandowski destacou a importância dessa ação para desmantelar redes criminosas no Brasil.
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