Em 2024, a Polícia Militar do Rio de Janeiro apreendeu 638 fuzis, sendo que apenas 5,32% foram fabricados no Brasil. A maioria das armas, 604 no total, é de origem estrangeira, com 295 fuzis da marca Colt, dos Estados Unidos. O governador Cláudio Castro está buscando ajuda internacional para combater o tráfico de armas que abastece facções criminosas. As investigações mostram que as armas entram no Brasil principalmente pelas fronteiras com Paraguai, Bolívia e Colômbia. Algumas armas foram desmontadas e trazidas em partes, e há casos em que peças de armas de airsoft são usadas para criar novos fuzis, que custam cerca de R$ 6 mil nos EUA e podem ser vendidos por até R$ 50 mil no Rio. O Comando Vermelho teve 365 fuzis apreendidos, enquanto o Terceiro Comando Puro teve 204. A milícia perdeu 48 fuzis e a facção Amigos dos Amigos teve 12 armas retiradas de circulação. O secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes, destacou que apreender fuzis é um grande desafio. O governador apresentou esses dados em um encontro com representantes da ONU, pedindo colaboração para evitar o tráfico de armas. No total, as forças de segurança apreenderam 732 armas desse tipo no estado em 2024. A conexão entre os EUA e as favelas do Rio já chamou a atenção do governo americano, que participou da Operação Contenção, resultando na apreensão de 240 armas e mais de 43 mil balas em quatro estados.
Dados da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro revelam que, em 2024, foram apreendidos 638 fuzis, dos quais apenas 5,32% foram fabricados no Brasil. A maioria das armas, 604 unidades, tem origem estrangeira, com destaque para os 295 fuzis da marca Colt, fabricados nos Estados Unidos. O governador Cláudio Castro busca cooperação internacional para combater o tráfico de armas que abastece facções criminosas.
O relatório indica que a entrada clandestina de armamentos ocorre principalmente pelas fronteiras com Paraguai, Bolívia e Colômbia. Pelo menos 25 fuzis apreendidos apresentavam indícios de terem sido desmontados e trazidos ao Brasil em partes. A Polícia Militar destaca que, em alguns casos, componentes de armas de airsoft são utilizados para criar novos fuzis, que podem custar cerca de R$ 6 mil nos EUA e serem vendidos por até R$ 50 mil no Rio.
Domínio das Facções
As apreensões revelam o domínio territorial das facções. O Comando Vermelho teve 365 fuzis apreendidos, enquanto o Terceiro Comando Puro contabilizou 204 unidades. A milícia perdeu 48 fuzis, e a facção Amigos dos Amigos teve 12 armas retiradas de circulação. O secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes, afirmou que a apreensão de fuzis é um dos maiores desafios enfrentados pela corporação.
O governador Cláudio Castro apresentou o relatório em um encontro com representantes do Escritório das Nações Unidas para Assuntos de Desarmamento, onde sugeriu a colaboração para evitar o tráfico de armas. Em 2024, as forças de segurança apreenderam um total de 732 armas desse tipo no estado. A conexão entre os EUA e as favelas do Rio já chamou a atenção do governo americano, que colaborou na Operação Contenção, resultando na apreensão de 240 armas e mais de 43 mil balas em quatro estados.
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