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Metrô é responsabilizado por falhas em portas de plataforma após morte de passageiro

Tribunal de Contas investiga falhas nas portas da Linha 5 - Lilás do Metrô de São Paulo após morte de passageiro. Respostas da companhia são inconclusivas.

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O Metrô de São Paulo foi responsabilizado por problemas nas portas de plataforma da Linha 5 – Lilás, após a morte de um passageiro em maio. O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) começou uma investigação e pediu explicações ao Metrô, que não resolveu as questões de segurança. A Artesp, agência reguladora, informou que as portas não atendem aos padrões de segurança e que há um espaço que pode prender os passageiros. Desde 2021, quatro casos de passageiros presos foram registrados. A Secretaria de Parcerias em Investimento (SPI) disse que tentou contato com o Metrô, mas recebeu respostas inconclusivas. O tribunal criticou a lentidão do Metrô em buscar soluções e deu um prazo de cinco dias para que a companhia se manifeste. A ViaMobilidade, que opera a linha, também é vista como responsável, já que o contrato de concessão a inclui na manutenção das portas. O passageiro Lourivaldo Ferreira da Silva, de 35 anos, morreu após ficar preso entre o trem e a porta da plataforma. A ViaMobilidade alegou que ele ignorou os avisos e tentou entrar no vagão.

O Metrô de São Paulo foi responsabilizado por falhas nas portas de plataforma da Linha 5 – Lilás, após a morte de um passageiro em 6 de maio. O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) iniciou uma investigação sobre o caso, exigindo esclarecimentos da companhia.

O tribunal destacou a inércia do Metrô em resolver problemas de segurança nas portas. A Secretaria de Parcerias em Investimento (SPI) e a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) relataram falhas no sistema, como um vão entre a porta deslizante e o trem, que pode prender passageiros. Desde 2021, foram registrados quatro casos de passageiros presos.

A SPI informou que, apesar de tentativas de contato com o Metrô, as respostas foram inconclusivas. O TCESP criticou a morosidade da companhia em solicitar novos relatórios técnicos e em adotar medidas para mitigar riscos. O tribunal deu um prazo de cinco dias para que o Metrô apresente justificativas sobre a segurança das portas e a suposta lentidão na correção das falhas.

A ViaMobilidade, concessionária responsável pela linha, também foi mencionada. O presidente da Federação Nacional dos Metroferroviários, Alex Santana, defendeu que a concessionária deve ser responsabilizada, já que o contrato de concessão a torna responsável por melhorias e manutenção das portas.

Lourivaldo Ferreira da Silva, de 35 anos, morreu após ficar preso entre o trem e a porta da plataforma na Estação Campo Limpo. A ViaMobilidade alegou que o passageiro tentou entrar no vagão, mesmo com alarmes sonoros e visuais acionados.

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