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Moradores se mobilizam contra projeto de lei que afeta bares e restaurantes na Arnaldo Quintela

Moradores de Botafogo reagem a projeto que visa transformar a Rua Arnaldo Quintela em área turística, temendo barulho e aglomerações.

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Um projeto de lei do vereador Flávio Valle quer transformar a Rua Arnaldo Quintela, em Botafogo, em uma área de interesse turístico e cultural, facilitando o funcionamento de bares e restaurantes. No entanto, moradores estão preocupados com o aumento do barulho e a ocupação das calçadas. Eles planejam protestos e pedem mais fiscalização e limites de horário para os estabelecimentos. Michele Elias, uma moradora, afirma que a comunidade não é contra os bares, mas quer regras claras, já que a rua tem dois asilos e é rota de caminhões de bombeiros. Se o projeto for aprovado, os estabelecimentos poderão realizar atividades culturais e serão promovidos em materiais turísticos. Valle defende a proposta, dizendo que a rua é reconhecida internacionalmente e que a legislação não permitirá que os bares funcionem até tarde. Os moradores, que querem formar uma associação, sentem que não foram ouvidos sobre o funcionamento dos bares até as 3h da manhã. Patricia Oliveira, outra moradora, menciona problemas como o aumento do uso de drogas em espaços públicos e a dificuldade de chamar táxis devido ao trânsito. Tiago Moura, presidente do Polo Gastronômico da Zona Sul, apoia o projeto, acreditando que ele beneficiará a economia local. José Sobral Júnior, dono do restaurante Amélie Crêperie et Bistrot, também é favorável, reconhecendo que o barulho é um problema, mas acredita que soluções podem ser encontradas.

Um projeto de lei apresentado pelo vereador Flávio Valle (PSD) no último dia 12 busca transformar a Rua Arnaldo Quintela, em Botafogo, em uma área de especial interesse turístico e cultural. A proposta visa facilitar o funcionamento de bares e restaurantes, mas gerou preocupações entre os moradores, que temem um aumento no barulho e na ocupação das calçadas.

Os vizinhos planejam protestos e reivindicam maior fiscalização, além de limites de horário para os estabelecimentos. Michele Elias, moradora da rua, afirma que a comunidade não é contra os bares, mas deseja que haja regras claras para o funcionamento. Ela destaca que a rua já abriga dois asilos e é rota de caminhões de bombeiros, o que torna a situação ainda mais delicada.

Caso a proposta seja aprovada, os estabelecimentos poderão realizar atividades recreativas e culturais, além de serem promovidos em materiais turísticos da cidade. Valle defende a iniciativa, ressaltando que a rua é reconhecida internacionalmente e que a legislação não permitirá que os bares funcionem até mais tarde. Ele argumenta que a regulamentação é necessária para garantir a convivência pacífica entre moradores e comerciantes.

Reações dos Moradores

Os moradores, que pretendem formar uma associação, afirmam que não foram ouvidos nas discussões sobre o termo de compromisso que permite o funcionamento dos bares até as 3h da manhã. Patricia Oliveira, outra moradora, menciona problemas como o aumento do consumo de drogas em espaços públicos e a dificuldade de chamar táxis devido ao trânsito intenso.

Tiago Moura, presidente do Polo Gastronômico da Zona Sul, apoia o projeto, afirmando que a criação de corredores turísticos é essencial para a economia local. Ele acredita que a iniciativa beneficiará tanto comerciantes quanto moradores, promovendo um ambiente mais seguro e atrativo.

O dono do restaurante Amélie Crêperie et Bistrot, José Sobral Júnior, também se mostra favorável ao projeto, destacando que ele pode ajudar a divulgar a rua e atrair mais visitantes. Ele reconhece que o barulho é um problema, mas acredita que é possível encontrar soluções para minimizar os impactos na comunidade.

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