Cinco parques de São Paulo, como o Zoológico e o Jardim Botânico, agora são geridos pela Secretaria de Parcerias e Investimentos, que assumiu a gestão anteriormente feita pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente. A mudança foi publicada no Diário Oficial do Estado. Além do Zoológico e do Jardim Botânico, os parques Villa-Lobos, Estadual da Cantareira e da Água Branca também estão incluídos na nova gestão. A Secretaria de Parcerias e Investimentos terá o poder de fazer mudanças nos contratos e na administração dos parques, mas ainda poderá consultar a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente quando necessário. Essa troca de gestão busca melhorar a administração dos espaços públicos e atrair mais investimentos, criando empregos e oportunidades de renda. Os contratos de concessão dos parques têm prazos que variam, como os 30 anos do Zoológico e Jardim Botânico, assinados em 2021, e os 20 anos do Parque Estadual de Campos do Jordão, firmado em 2019.
Cinco parques de São Paulo, incluindo o Zoológico e o Jardim Botânico, tiveram sua gestão transferida da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (Semil) para a Secretaria de Parcerias e Investimentos (SPI). A mudança foi oficializada no Diário Oficial do Estado na última segunda-feira.
Entre os parques afetados estão o Parque Villa-Lobos, o Parque Estadual da Cantareira e o Parque da Água Branca, este último envolto em polêmicas recentes. A SPI agora terá autoridade para decidir sobre alterações contratuais e a gestão dos parques, mantendo um canal de diálogo com a Semil.
A justificativa para a transferência é a especialização da SPI em gerir contratos de concessão. A resolução prevê que a Semil poderá ser consultada quando necessário, mas a SPI será responsável por decisões estratégicas. O governo do estado destacou que a nova gestão visa atrair investimentos e gerar oportunidades de emprego e renda.
Os contratos de concessão dos parques têm prazos variados, como os 30 anos do Zoológico e Jardim Botânico, assinados em setembro de 2021, e os 20 anos do Parque Estadual de Campos do Jordão, firmado em fevereiro de 2019. A mudança de gestão reflete uma nova abordagem do governo em relação à administração de espaços públicos e à iniciativa privada.
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