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Parques em São Paulo se tornam investimentos e prejudicam o meio ambiente

Cinco parques de São Paulo, incluindo o Zoológico e o Jardim Botânico, tiveram sua gestão transferida da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (Semil) para a Secretaria de Parcerias e Investimentos (SPI). A mudança foi oficializada no Diário Oficial do Estado na última segunda-feira. Os parques afetados incluem o Parque Villa-Lobos, o Parque Estadual da Cantareira e o Parque da Água Branca, que enfrenta polêmicas recentes. A SPI agora possui autoridade para decidir sobre alterações contratuais e a gestão dos parques, mantendo um canal de diálogo com a Semil. A transferência foi justificada pela especialização da SPI em gerir contratos de concessão. A resolução permite que a Semil seja consultada quando necessário, mas a SPI será responsável por decisões estratégicas. O governo estadual enfatizou que a nova gestão busca **atrair investimentos e gerar oportunidades de emprego e renda**. Os contratos de concessão dos parques têm prazos variados, como os trinta anos do Zoológico e Jardim Botânico, assinados em setembro de 2021, e os vinte anos do Parque Estadual de Campos do Jordão, firmado em fevereiro de 2019. Essa mudança de gestão reflete uma nova abordagem do governo em relação à administração de espaços públicos e à iniciativa privada. ### Linha fina: Mudança na gestão de parques em SP visa atrair investimentos e gerar empregos, com a SPI assumindo o controle estratégico.

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Cinco parques de São Paulo, como o Zoológico e o Jardim Botânico, agora são geridos pela Secretaria de Parcerias e Investimentos, que assumiu a gestão anteriormente feita pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente. A mudança foi publicada no Diário Oficial do Estado. Além do Zoológico e do Jardim Botânico, os parques Villa-Lobos, Estadual da Cantareira e da Água Branca também estão incluídos na nova gestão. A Secretaria de Parcerias e Investimentos terá o poder de fazer mudanças nos contratos e na administração dos parques, mas ainda poderá consultar a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente quando necessário. Essa troca de gestão busca melhorar a administração dos espaços públicos e atrair mais investimentos, criando empregos e oportunidades de renda. Os contratos de concessão dos parques têm prazos que variam, como os 30 anos do Zoológico e Jardim Botânico, assinados em 2021, e os 20 anos do Parque Estadual de Campos do Jordão, firmado em 2019.

Cinco parques de São Paulo, incluindo o Zoológico e o Jardim Botânico, tiveram sua gestão transferida da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (Semil) para a Secretaria de Parcerias e Investimentos (SPI). A mudança foi oficializada no Diário Oficial do Estado na última segunda-feira.

Entre os parques afetados estão o Parque Villa-Lobos, o Parque Estadual da Cantareira e o Parque da Água Branca, este último envolto em polêmicas recentes. A SPI agora terá autoridade para decidir sobre alterações contratuais e a gestão dos parques, mantendo um canal de diálogo com a Semil.

A justificativa para a transferência é a especialização da SPI em gerir contratos de concessão. A resolução prevê que a Semil poderá ser consultada quando necessário, mas a SPI será responsável por decisões estratégicas. O governo do estado destacou que a nova gestão visa atrair investimentos e gerar oportunidades de emprego e renda.

Os contratos de concessão dos parques têm prazos variados, como os 30 anos do Zoológico e Jardim Botânico, assinados em setembro de 2021, e os 20 anos do Parque Estadual de Campos do Jordão, firmado em fevereiro de 2019. A mudança de gestão reflete uma nova abordagem do governo em relação à administração de espaços públicos e à iniciativa privada.

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