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Três homens são presos com mais de R$ 1,2 milhão em espécie no aeroporto de Brasília

Três homens foram liberados após audiência de custódia, mas devem usar tornozeleira eletrônica e evitar a Marcha de Prefeitos.

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Três homens foram presos no Aeroporto de Brasília com mais de R$ 1,2 milhão em dinheiro, suspeitos de lavagem de dinheiro e de serem “laranjas” em contratos irregulares com prefeituras. Após a audiência de custódia, a Justiça decidiu soltá-los, mas impôs algumas restrições: eles devem usar tornozeleira eletrônica por três meses e não podem se aproximar do evento Marcha de Prefeitos, a menos de 200 metros. As investigações da Polícia Federal continuam. Os homens, que desembarcaram de um voo de Manaus, alegaram que o dinheiro era para negócios relacionados a contratos públicos, mas a PF investiga a origem e o destino dos valores.

Três homens foram liberados pela Justiça após serem detidos no Aeroporto de Brasília com mais de R$ 1,2 milhão em espécie. A prisão ocorreu durante uma operação da Polícia Federal no dia da Marcha de Prefeitos. Os suspeitos, identificados como Cesar de Jesus Glória Albuquerque, Erick Pinto Saraiva e Vagner Santos Moitinho, desembarcaram de um voo vindo de Manaus.

Após a audiência de custódia, a Justiça decidiu que os homens não podem deixar Brasília e devem usar tornozeleira eletrônica por três meses. Além disso, eles estão proibidos de se aproximar do evento Marcha de Prefeitos a uma distância de até 200 metros. A PF investiga se os detidos atuavam como “laranjas” em contratos irregulares com prefeituras.

Cesar Jesus, um dos detidos, afirmou que sua empresa, a Comercial CJ, presta serviços a prefeituras do Amazonas. Ele alegou que o dinheiro encontrado, cerca de R$ 400 mil, era proveniente de um contrato de fornecimento de alimentos com a Prefeitura de Manaus. Os outros dois detidos, que atuam em setores de materiais de construção e vestuário, preferiram não se manifestar durante o depoimento.

A PF continua a investigar a origem e a destinação dos valores apreendidos, que podem estar relacionados a crimes contra a administração pública. O delegado Márcio Lima destacou que os elementos apresentados indicam a possibilidade de atividades ilícitas.

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