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Senador petista reafirma apoio à CPMI do INSS e descarta retirada de assinatura

Senador Fabiano Contarato reafirma apoio à CPMI que investiga fraudes no INSS e destaca a importância da fiscalização legislativa.

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O senador Fabiano Contarato confirmou que não vai retirar sua assinatura do pedido de CPMI para investigar fraudes no INSS durante a gestão do presidente Lula. Ele disse que tomou essa decisão de forma independente e sem pressão do governo. Contarato acredita que a CPMI é importante para a fiscalização do legislativo e que a investigação não atrapalhará o trabalho do executivo. A proposta de CPMI foi apresentada no início de maio, mas ainda não tem data para começar. O senador também afirmou que não busca um cargo na comissão e quer agir de forma responsável, defendendo os interesses da população mais vulnerável, como aposentados e pensionistas.

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) reafirmou sua posição em relação à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que investiga fraudes no INSS durante a gestão do presidente Lula. Em entrevista ao UOL News, Contarato declarou que não retirará sua assinatura do pedido, protocolado pela oposição no Congresso, que conta com o apoio de 36 senadores e 223 deputados federais.

Contarato enfatizou que sua decisão foi tomada de forma independente, sem qualquer pressão do governo. “Eu tenho a minha consciência muito tranquila, a plena convicção do que eu fiz”, afirmou. O senador destacou a importância da CPMI, ressaltando que o papel do legislativo é fiscalizar e que a investigação não prejudicará o trabalho do executivo.

A proposta de CPMI foi apresentada no início de maio e ainda não possui prazo definido para sua instalação. Nos bastidores, o governo expressou descontentamento com a iniciativa, alegando que não houve acordo prévio. Contarato, por sua vez, reiterou que não busca nenhum cargo na comissão e que seu objetivo é contribuir de maneira responsável, assim como fez na CPI da Covid.

O senador também ressaltou a necessidade de proteger os interesses da população mais vulnerável, incluindo aposentados e pensionistas. “Quero agir com responsabilidade e honestidade com as pessoas que mais precisam”, concluiu.

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