Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Agente da PF é transferido após ser preso por tentativa de golpe e risco de fuga

Ministro do STF, Alexandre de Moraes, determina transferência de policial federal preso por plano de assassinato, após alerta de fuga.

0:00
Carregando...
0:00

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a transferência do policial federal Wladimir Matos Soares, que está preso desde novembro de 2022, por risco de fuga. A mudança será feita dentro da mesma penitenciária em Brasília, onde ele está detido. A decisão veio após o diretor do Núcleo de Custódia da Polícia Militar expressar preocupações sobre a segurança do preso. Wladimir é acusado de fazer parte de um plano para assassinar figuras políticas, incluindo o presidente Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin. Ele foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por sua suposta participação em um plano chamado “Punhal Verde e Amarelo” e disse que a ação foi frustrada por traições dentro do Exército.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a transferência do policial federal Wladimir Matos Soares, preso preventivamente desde novembro de 2022, devido a risco de fuga. A mudança ocorrerá dentro da mesma penitenciária, onde ele está detido, no Centro de Internamento e Reeducação em Brasília.

A decisão foi tomada após o diretor do Núcleo de Custódia da Polícia Militar expressar preocupações sobre a segurança do custodiado. Moraes acatou a recomendação do Juízo da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, que indicou a necessidade de mudança de bloco por conta das “peculiaridades” da unidade prisional e do perfil de Wladimir.

O policial é acusado de integrar um plano para assassinar figuras políticas, incluindo o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes. Em áudios anexados à investigação, Wladimir afirmou que fazia parte de uma equipe de operações especiais e estava preparado para agir, mencionando que o grupo estava pronto para “tomar tudo” e “matar meio mundo de gente”.

Wladimir Matos Soares foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por sua suposta participação no plano denominado “Punhal Verde e Amarelo”. Ele expressou descontentamento em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, alegando que a ação foi frustrada devido a traições dentro do Exército.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais