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Cláudio Castro busca novas indicações ao TCE do Rio antes de concorrer ao Senado

Cláudio Castro tenta indicar Rodrigo Abel ao TCE, mas depende da aposentadoria antecipada de conselheiro envolvido em processos no STJ.

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Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, já havia indicado seu vice, Thiago Pampolha, para o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e agora quer indicar Rodrigo Abel, seu chefe de gabinete, para outra vaga no TCE. Isso depende da aposentadoria antecipada do conselheiro José Gomes Graciosa, que está enfrentando processos no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Graciosa deve se aposentar em 2029, mas pode sair antes se concordar, embora isso dependa de sua situação legal. Castro planeja deixar o cargo para concorrer ao Senado e quer que Rodrigo Bacellar, presidente da Assembleia Legislativa, seja seu sucessor.

Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, busca indicar Rodrigo Abel, seu chefe de gabinete, para uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Essa movimentação depende da aposentadoria antecipada do conselheiro José Gomes Graciosa, que enfrenta processos no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Recentemente, Castro já havia indicado seu vice, Thiago Pampolha, para o TCE, visando a eleição do próximo ano. Com Pampolha fora da linha sucessória, o governador planeja apoiar Rodrigo Bacellar, presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), como seu sucessor. A Alerj aprovou a substituição de Pampolha, que assume o lugar do conselheiro aposentado José Maurício Nolasco.

Para acomodar Rodrigo Abel, a vaga de Graciosa está em foco. O conselheiro, que deveria se aposentar em 2029, precisaria sair antes do tempo para que a indicação fosse viável. Contudo, Graciosa é réu em duas ações penais no STJ desde 2022, respondendo por lavagem de dinheiro relacionada à corrupção no TCE. Ele está afastado do cargo, e qualquer movimentação para sua aposentadoria pode ser contestada pelos procuradores envolvidos no caso.

Essa estratégia de Castro deve ocorrer antes de sua desincompatibilização para concorrer ao Senado, permitindo que Bacellar assuma o governo. A situação de Graciosa e sua possível saída do TCE permanecem incertas, complicando os planos do governador.

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