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Eduardo Bolsonaro deve retornar ao Brasil após licença nos Estados Unidos

Eduardo Bolsonaro deve voltar ao Brasil após licença de quatro meses, enquanto Jair Bolsonaro decide sobre a candidatura de 2026.

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Valdemar Costa Neto, presidente do PL, disse que Eduardo Bolsonaro deve voltar ao Brasil após quatro meses de licença. Eduardo, que é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, saiu do país em fevereiro de 2023, alegando perseguição pelo Supremo Tribunal Federal. Valdemar destacou que é importante que Eduardo retome seu trabalho como deputado. Ele também comentou sobre a situação política de Jair Bolsonaro, afirmando que o ex-presidente decidirá sobre sua candidatura em 2026, apesar das pressões externas. Valdemar acredita que Bolsonaro ainda pode reverter sua inelegibilidade e ser absolvido em processos judiciais. Ele não quis comentar sobre a demissão de Fábio Wajngarten, que aconteceu após vazamentos sobre uma possível candidatura de Michelle Bolsonaro em 2026, e considerou isso um “fato passageiro”. Valdemar comparou a pressão sobre Bolsonaro para anunciar sua candidatura com o período em que Lula estava preso.

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, anunciou que o deputado federal Eduardo Bolsonaro deve retornar ao Brasil após quatro meses de licença. Eduardo, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, deixou o país em fevereiro de 2023, alegando perseguição pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Valdemar afirmou que Eduardo deve voltar assim que sua licença terminar, destacando a importância de retomar seu trabalho como deputado.

Durante um evento em São Paulo, Valdemar também comentou sobre a situação política do ex-presidente. Ele afirmou que Jair Bolsonaro decidirá sobre a candidatura presidencial em 2026, apesar das pressões externas. Valdemar ressaltou que a definição do candidato cabe a Bolsonaro, que, segundo ele, ainda tem chances de reverter sua inelegibilidade e ser absolvido em processos judiciais.

Valdemar evitou comentar sobre a demissão de Fábio Wajngarten, que ocorreu após vazamentos de conversas sobre uma possível candidatura de Michelle Bolsonaro em 2026. O dirigente do PL considerou a situação um “fato passageiro” e preferiu não se aprofundar no tema. Ele também mencionou a pressão que Bolsonaro enfrenta para anunciar sua candidatura, comparando a situação atual com o período em que Lula estava preso.

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