O governador Carlos Brandão e os aliados de Flávio Dino estão em disputa pela sucessão do governo do Maranhão em 2026. O prefeito de São Luís, Eduardo Braide, do PSD, está se destacando fora desses grupos e lidera as pesquisas internas com 30% das intenções de voto. Recentemente, ele foi registrado como presidente estadual do PSD, o que fortalece sua posição. Embora tenha apoio do diretório nacional do partido, Braide mantém um discurso cauteloso sobre sua candidatura. Nos bastidores, ele está se movimentando para formar alianças, aproveitando a incerteza sobre o sucessor de Brandão. O vice Felipe Camarão é o nome mais cotado para a sucessão, mas enfrenta desconfianças dentro do grupo governista devido à sua ligação com Dino. Brandão, que planejava deixar o governo em 2026 para concorrer ao Senado, agora considera outras opções, incluindo o deputado Pedro Lucas Fernandes e seu sobrinho, Orleans Brandão. Em uma entrevista, Brandão fez comentários que pareciam criticar Camarão, sugerindo que ele também sonhava em ser governador.
Enquanto o governador Carlos Brandão (PSB) e os herdeiros políticos de Flávio Dino disputam a sucessão estadual de 2026, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), se destaca. Com 30% das intenções de voto, Braide foi registrado como presidente estadual do PSD, fortalecendo sua posição no cenário político maranhense.
Braide, que se mantém fora dos principais grupos em conflito, tem realizado articulações estratégicas. A nomeação como presidente do PSD reflete o apoio do diretório nacional, liderado por Gilberto Kassab, à sua candidatura ao governo. Apesar do respaldo, o prefeito adota um tom cauteloso, afirmando que “tudo tem seu momento” ao ser questionado sobre sua candidatura.
Movimentações Políticas
Nos bastidores, Braide tem percorrido o estado, conversando com lideranças locais e formando alianças. Esse movimento ocorre em meio à indefinição de Brandão sobre seu sucessor. Articuladores alertam que a demora na definição entre os grupos de Brandão e Dino pode beneficiar Braide, que já possui alta popularidade na capital.
O vice-governador Felipe Camarão (PT) é considerado o nome natural para a sucessão, mas enfrenta resistências internas. Críticas surgem devido ao seu vínculo com Flávio Dino, levantando dúvidas sobre sua lealdade a Brandão. O governador, que planeja deixar o cargo em março de 2026 para concorrer ao Senado, considera outras opções, como o deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) e seu sobrinho, Orleans Brandão.
Tensão no Grupo Governista
Recentemente, Carlos Brandão fez declarações que soaram como críticas ao vice, mencionando que “qual é o jogador de futebol que não quer jogar na seleção?”. Essa fala sugere um descontentamento com a posição de Camarão e indica a complexidade da articulação política em curso. A disputa pela sucessão estadual promete intensificar-se nos próximos meses, com Braide se consolidando como um forte concorrente.
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