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Haddad afirma consenso na distribuição dos cortes orçamentários

Governo brasileiro congela R$ 31,3 bilhões do Orçamento de 2025 para ajustar contas e busca fim do déficit primário. Medidas visam transparência e estabilidade fiscal.

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O governo brasileiro decidiu congelar R$ 31,3 bilhões do Orçamento de 2025, com o apoio do presidente Lula e dos ministros. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou a importância desse ajuste fiscal e a transparência nas ações. O bloqueio inclui R$ 10,6 bilhões em cortes diretos e R$ 20,7 bilhões em contingenciamento, superando as expectativas do mercado. Haddad afirmou que todos concordam com a necessidade de melhorar a situação fiscal do país. Ele também mencionou que a formalização dos cortes será divulgada em breve. A equipe econômica busca acabar com o déficit primário neste ano, com uma margem de tolerância de R$ 31 bilhões. Haddad e o secretário-executivo Dario Durigan acreditam que essas medidas são essenciais para estabilizar a economia do Brasil, que enfrenta desafios após anos de déficits.

O governo brasileiro anunciou o congelamento de R$ 31,3 bilhões do Orçamento de 2025, uma decisão que contou com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enfatizou a importância do ajuste fiscal e a transparência nas medidas adotadas.

O bloqueio inclui R$ 10,6 bilhões em cortes diretos e R$ 20,7 bilhões em contingenciamento, todos acordados em conjunto. Haddad afirmou que a decisão foi unânime e que todos os envolvidos compreendem a necessidade de melhorar a situação fiscal do país. Ele destacou que os cortes superam as expectativas do mercado, que previa um congelamento entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões.

Transparência e Colaboração

O ministro ressaltou que a transparência é fundamental para o processo, afirmando que “a caixa preta do Orçamento está 100% aberta”. Essa postura visa facilitar a harmonia com o Congresso e o Judiciário na condução da política econômica. A formalização dos cortes será divulgada na próxima semana, com a divisão dos valores por órgão sendo apresentada em 30 de novembro.

A equipe econômica busca o fim do déficit primário neste ano, com receitas e despesas equivalentes, respeitando uma margem de tolerância de R$ 31 bilhões, ou 0,25% do PIB. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou o compromisso da pasta em atingir o centro da meta de resultado primário, destacando que o Brasil está se recuperando de 10 anos de déficit crônico.

Compromisso com o Futuro

Haddad e Durigan concordam que as medidas são essenciais para colocar o Brasil “nos trilhos” e garantir um ambiente macroeconômico estável. O ministro da Fazenda enfatizou que a equipe está satisfeita com os resultados até agora, mas reconhece que a tarefa de reverter a situação fiscal é desafiadora.

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