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Inteligência artificial generativa pode fortalecer ou ameaçar a liberdade de imprensa

Inteligência artificial generativa pode impulsionar ou ameaçar a liberdade de imprensa; ONU e Unesco pedem regulamentação ética urgente.

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A inteligência artificial generativa está se tornando comum no dia a dia e traz tanto esperanças quanto desafios, especialmente na área da informação. Recentemente, a ONU e a Unesco realizaram eventos para o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, enfatizando a importância de regras claras para o uso ético dessa tecnologia no jornalismo. O secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que a inteligência artificial pode ajudar ou prejudicar a liberdade de expressão. Ele alertou que informações falsas e discursos de ódio são perigosos, e que informações corretas e verificáveis são essenciais para combatê-los. A Unesco também apontou que a inteligência artificial pode ser usada para espalhar desinformação e limitar a diversidade de opiniões. Além disso, há preocupações sobre governos usando essa tecnologia para monitorar e censurar. Para aproveitar os benefícios da inteligência artificial no jornalismo, é necessário estabelecer normas que garantam acesso à informação e respeitem a ética. O Pacto Digital Global, adotado pela ONU, busca promover a integridade da informação e os direitos humanos no ambiente digital. Guterres lembrou que a liberdade de imprensa é fundamental para a liberdade das pessoas e que o jornalismo independente é vital para a justiça e os direitos humanos.

A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente no cotidiano, trazendo tanto oportunidades quanto desafios. No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado em três de maio, a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Unesco destacaram a importância de um uso ético dessa tecnologia no jornalismo.

Os eventos abordaram a necessidade de estruturas legais claras para garantir a integridade da informação e a proteção da liberdade de imprensa. O secretário-geral da ONU, António Guterres, enfatizou que a inteligência artificial pode tanto apoiar quanto sufocar a liberdade de expressão. Ele alertou sobre os perigos de algoritmos tendenciosos e a disseminação de desinformação.

A Unesco ressaltou que, se utilizada de forma responsável, a inteligência artificial pode ampliar a capacidade de investigação e análise dos jornalistas. Além disso, pode democratizar o acesso à informação. Contudo, a organização também apontou que essas ferramentas podem ser mal utilizadas, contribuindo para a desinformação e a polarização social.

Desafios e Oportunidades

A Unesco destacou a necessidade de proteger a pluralidade e os direitos humanos no ambiente digital. O uso indevido da inteligência artificial por governos para vigilância e censura tem gerado preocupações. O relatório da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) indica que a liberdade de imprensa atingiu seu pior nível na história.

Para mitigar esses riscos, a Unesco defende a criação de normas éticas e legais que garantam o uso responsável da inteligência artificial. O Pacto Digital Global, adotado pela ONU, inclui medidas para promover a integridade da informação e a educação midiática.

Guterres concluiu que a liberdade de imprensa é essencial para a responsabilidade e os direitos humanos. O uso da inteligência artificial deve ser direcionado para fortalecer a democracia, a paz e o desenvolvimento sustentável.

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