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Major da Polícia boliviana é detido por suspeita de proteger líder do PCC

Major da Polícia Boliviana é preso por proteger o narcotraficante Tuta, que foi capturado ao tentar regularizar sua permanência no país. Investigação revela uma rede de corrupção envolvendo forças de segurança.

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Um major da Polícia Boliviana foi preso por suspeita de proteger o narcotraficante brasileiro Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta. Ele foi capturado em Santa Cruz de La Sierra na última sexta-feira, 13 de outubro, enquanto tentava renovar seu documento de permanência, usando o nome falso de Maycon Gonçalves da Silva. As investigações mostraram que Almeida chegou ao local acompanhado pelo major Gabriel Soliz. Após a prisão de Almeida, o major fugiu, mas foi identificado por meio de biometria. As autoridades bolivianas estão investigando uma possível rede de proteção policial que ajudava Almeida, levantando preocupações sobre a corrupção nas forças de segurança do país, que se tornou um ponto importante para o tráfico de drogas na América do Sul. Almeida está agora preso na penitenciária federal do Distrito Federal e enfrenta sérias acusações por sua ligação com uma facção criminosa.

Um major da Polícia Boliviana foi detido na tarde desta quinta-feira, 19 de outubro, sob suspeita de oferecer proteção ao narcotraficante brasileiro Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta. O criminoso, que já foi investigado por sua ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), foi capturado na última sexta-feira, 13 de outubro, em Santa Cruz de La Sierra ao tentar renovar seu documento de permanência.

As investigações revelaram que Almeida, que se apresentava com o nome falso de Maycon Gonçalves da Silva, foi visto chegando ao local escoltado pelo major Gabriel Soliz. A prisão ocorreu após a Polícia Boliviana entrar em contato com a Polícia Federal e a Interpol, que monitoravam o narcotraficante. O major, após a prisão de Almeida, fugiu do local, mas sua identidade foi confirmada por meio de biometria.

Rede de Proteção

A promotoria boliviana investiga uma possível rede de proteção policial que favorecia Almeida. As autoridades acreditam que outros criminosos também utilizaram a Bolívia como refúgio, aproveitando-se da corrupção em algumas esferas da segurança pública. Almeida, agora encarcerado na penitenciária federal do Distrito Federal, enfrenta acusações graves devido à sua posição de comando na facção criminosa.

A situação levanta preocupações sobre a colaboração entre narcotraficantes e membros das forças de segurança na Bolívia, um país que tem se tornado um ponto estratégico para o tráfico de drogas na América do Sul. As investigações continuam, e as autoridades bolivianas estão sob pressão para desmantelar essas redes de proteção.

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