Claire Shipman, a nova presidente da Universidade Columbia, enfrenta uma crise desde que assumiu o cargo há dois meses. Ela é a terceira presidente em dois anos, sucedendo Lee Bolinger. A universidade está sob pressão por sua resposta aos protestos sobre a guerra em Gaza. Durante as cerimônias de formatura, alguns formandos vaiaram Shipman e gritaram “Free Mahmoud” em apoio ao estudante palestino Mahmoud Khalil, que está preso sem acusações formais. Khalil, um residente permanente nos EUA, foi detido por supostamente apoiar o Hamas, embora estivesse apenas protestando. A situação é complicada pela pressão do governo Trump, que acusa a Columbia de permitir atos antissemitas e bloqueou US$ 400 milhões em fundos para pesquisas. A administração anterior de Shipman não conseguiu reverter essa decisão, que ainda afeta a universidade. Khalil deveria ter recebido seu diploma na mesma escola onde Shipman se formou, e sua ausência simboliza a gravidade da situação. A insatisfação dos alunos com a administração está crescendo.
Claire Shipman, nova presidente da Universidade Columbia, enfrenta uma crise sem precedentes desde sua posse há dois meses. Ela é a terceira a assumir o cargo em dois anos, sucedendo Lee Bolinger, que teve uma gestão de mais de duas décadas. A universidade está sob forte pressão devido à sua resposta aos protestos relacionados à guerra em Gaza.
Recentemente, durante as cerimônias de formatura, Shipman foi vaiada por alguns formandos, que também gritaram “Free Mahmoud” em apoio ao estudante palestino Mahmoud Khalil. Khalil, que está preso sem acusações formais, é um residente permanente nos EUA e foi detido por supostamente apoiar o Hamas, embora estivesse apenas protestando contra a guerra em Gaza.
A situação se agrava com a pressão do governo Trump, que acusa a Columbia de permitir atos antissemitas e bloqueou US$ 400 milhões em fundos para pesquisas. A gestão anterior de Shipman não conseguiu reverter essa decisão, que continua a afetar a universidade. A alternativa seria adotar uma postura mais firme, como fez Harvard, mas a capitulação parece ter gerado descontentamento entre os alunos.
Khalil deveria ter recebido seu diploma da School of International and Public Affairs, onde Shipman também se formou. Sua ausência nas cerimônias de formatura, assim como a de seu filho recém-nascido, simboliza a gravidade da situação. A indignação dos estudantes reflete um clima de insatisfação crescente com a administração da universidade e suas decisões em tempos de crise.
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