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STF veta gravação de audiências sobre suposta trama golpista e gera polêmica

STF veta cobertura da imprensa em audiências sobre suposta trama golpista de 2022. Partido Novo pede revisão, mas análise não tem previsão.

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O STF decidiu que jornalistas não poderão gravar áudios e imagens durante as audiências sobre a suposta trama golpista de 2022, que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro. O partido Novo entrou com um mandado de segurança para permitir essa cobertura, mas o STF ainda não analisou o pedido e não tem previsão para fazê-lo. As audiências ocorrerão entre 19 de maio e 2 de junho, e apenas jornalistas poderão assistir por meio de um telão, sem a presença de fotógrafos ou cinegrafistas. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo pediu que o STF reveja sua decisão, enquanto o líder do Novo na Câmara criticou a proibição, chamando-a de censura e um ataque à liberdade de imprensa.

O Supremo Tribunal Federal (STF) não tem previsão para analisar um mandado de segurança do partido Novo, que busca garantir a cobertura da imprensa nas audiências sobre a suposta trama golpista de 2022, envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O veto do STF impede a gravação de áudios e imagens durante as sessões, que ocorrerão entre 19 de maio e 2 de junho, e restringe a presença de jornalistas a um telão.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) já manifestou seu descontentamento, pedindo que a corte reconsidere a decisão. O líder do Novo na Câmara, Marcel van Hattem, criticou a proibição, afirmando que é um “atentado à liberdade de imprensa” e que não há justificativa para ocultar depoimentos em um processo de grande relevância pública.

O mandado de segurança apresentado pelo Novo foi protocolado na última segunda-feira (19) e, até esta quinta-feira (22), apenas recebeu um número, sem distribuição para um ministro. O regimento do STF estabelece que a corte deve processar pedidos em até 48 horas, mas o tribunal não informou quando analisará a solicitação.

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