Claire Shipman é a nova presidente da Universidade Columbia, tendo assumido o cargo em meio a uma grande crise. Recentemente, durante as cerimônias de formatura, ela foi vaiada e os formandos gritaram “Free Mahmoud” em apoio ao estudante palestino Mahmoud Khalil, que está preso sem acusações formais. Khalil, que é residente permanente nos EUA e casado com uma americana, foi detido por supostamente apoiar o Hamas, mas na verdade ele protestava contra a guerra em Gaza e a política dos EUA em relação a Israel. A prisão dele gerou revolta entre os colegas, especialmente porque ele deveria receber seu diploma na cerimônia. A situação é parte de uma crise maior na universidade, que enfrenta críticas por sua resposta aos protestos sobre a guerra em Gaza e a pressão do governo Trump.
Claire Shipman assumiu a presidência da Universidade Columbia há dois meses, tornando-se a terceira presidente em dois anos. Sua gestão começou em meio a uma crise significativa, após a longa administração de Lee Bolinger. A universidade enfrenta críticas por sua resposta aos protestos sobre a guerra em Gaza, com o governo Donald Trump acusando-a de permitir atos antissemitas.
Recentemente, durante as cerimônias de formatura, Shipman foi vaiada em várias ocasiões. Os formandos expressaram apoio ao estudante palestino Mahmoud Khalil, preso sem acusações formais, gritando “Free Mahmoud”. Khalil, residente permanente nos Estados Unidos e casado com uma americana, foi detido por supostamente apoiar o Hamas, embora sua prisão esteja relacionada a protestos contra a guerra em Gaza e o apoio dos EUA a Israel.
A situação de Khalil é particularmente preocupante, pois ele deveria receber seu diploma da School of International and Public Affairs, onde Shipman também se formou. Apesar de outros estudantes presos terem sido libertados recentemente, Khalil continua detido, gerando revolta entre seus colegas. A universidade enfrenta um dilema sobre como lidar com a pressão política e as demandas de seus alunos em um ambiente cada vez mais polarizado.
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