Antonio Rueda, presidente do União Brasil, anunciou a criação da federação União Progressista com o Progressistas, que reúne 109 deputados federais e 14 senadores, além de ter acesso a um fundo eleitoral de 1 bilhão de reais. Apesar de ter enfrentado problemas de saúde, ele destacou as divergências econômicas da federação em relação ao governo Lula, afirmando que, embora façam parte da base aliada, não se consideram oposição. Rueda criticou a falta de investimentos em saúde e a transferência de renda, pedindo mais diálogo entre o governo e o Congresso. Ele também mencionou a possibilidade de apoiar uma candidatura própria em 2026, dependendo do apoio de Jair Bolsonaro, e afirmou que a federação não foi criada apenas para apoiar outros candidatos. A decisão sobre a permanência na base governista será discutida em janeiro, com foco nas eleições de 2026.
Antonio Rueda, presidente do União Brasil, anunciou a formação da federação União Progressista com o Progressistas, reunindo 109 deputados federais e 14 senadores, além de acesso a um fundo eleitoral de 1 bilhão de reais. O evento, realizado mesmo após Rueda enfrentar complicações de saúde, marca um passo significativo na política brasileira.
Durante a discussão sobre a posição da federação em relação ao governo Lula, Rueda destacou divergências econômicas. Ele afirmou que, embora a federação integre a base aliada, não se considera oposição. “Queremos que o Brasil dê certo”, disse, enfatizando a necessidade de reaquecer a economia. As diferenças com o governo incluem críticas à transferência de renda e à falta de investimentos em saúde.
Rueda também mencionou a possibilidade de apoiar uma candidatura própria em 2026, dependendo do apoio de Jair Bolsonaro. A federação, que já conta com nomes como o governador Ronaldo Caiado, busca consolidar uma posição forte no cenário eleitoral. “Uma máquina política desse tamanho vai ser decisiva em 2026”, afirmou.
A relação com o governo Lula é complexa. Rueda acredita que a falta de diálogo e a centralização de poder podem prejudicar a governabilidade. Ele criticou a gestão atual, sugerindo que o presidente deveria se aproximar mais do Congresso para garantir uma economia mais robusta.
Por fim, Rueda reafirmou sua intenção de viabilizar uma candidatura presidencial própria, destacando que a federação não foi criada apenas para apoiar outros candidatos. A decisão sobre a permanência na base governista será discutida a partir de janeiro, com foco nas eleições de 2026.
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