Um novo monumento em homenagem a Joseph Stalin foi inaugurado na estação de metrô Taganskaya, em Moscovo, e isso gerou debates entre os cidadãos. A escultura mostra Stalin cercado por pessoas que o admiram e é uma recriação de uma obra que foi revelada em 1950. O monumento original foi perdido em 1966. A nova escultura foi apresentada em 15 de maio, durante as comemorações do 90º aniversário do metrô de Moscovo, e se chama “Gratidão do Povo ao Líder e Comandante”, destacando o papel de Stalin na vitória da União Soviética na Segunda Guerra Mundial. Algumas pessoas, como Yevgeny Ivanov, apoiam a homenagem, dizendo que Stalin fez muito pelo país. Outros, como o partido liberal Yabloko, protestaram, chamando Stalin de tirano e pedindo que se lembre das vítimas de suas repressões. A instalação de monumentos a Stalin mostra a divisão na sociedade russa, e especialistas notam que isso reflete o clima atual do país, que enfrenta isolamento e uma ideologia conservadora.
Um novo monumento em homenagem a Joseph Stalin foi inaugurado na estação de metrô Taganskaya, em Moscovo, gerando intensos debates entre os cidadãos. A escultura em tamanho real retrata Stalin em Moscovo, cercado por uma multidão de cidadãos soviéticos que o admiram. Este monumento é uma recriação de uma obra original que foi revelada na mesma estação em 1950, três anos antes da morte do líder soviético.
A Moscovo Metro afirmou que o monumento original foi “perdido” em 1966 durante uma reconfiguração da estação. A nova obra foi apresentada ao público em 15 de maio como parte das comemorações do 90º aniversário do sistema de transporte. O título original da escultura, “Gratidão do Povo ao Líder e Comandante”, destaca o papel de Stalin na vitória da União Soviética na Segunda Guerra Mundial.
Entre os que apoiam a nova instalação, Yevgeny Ivanov, um residente de Moscovo, defendeu que Stalin “criou muito” e que é importante respeitar suas contribuições. Outro morador, Kirill Frolov, reconheceu o legado misto de Stalin, mas enfatizou que suas realizações, como a industrialização do país, justificam a lembrança.
Por outro lado, a filial moscovita do partido liberal Yabloko protestou contra a homenagem, chamando-a de retorno a um “tirano e ditador”. O partido pediu que o foco fosse na memória das vítimas das repressões stalinistas. Inicialmente, foram deixadas placas no local com críticas a Stalin, mas foram removidas posteriormente.
A reemergência de monumentos a Stalin reflete uma divisão persistente na sociedade russa. Alexander Zinoviev, especialista em arquitetura soviética, observou que a nova escultura ressoa com o clima atual do país, que enfrenta isolamento e uma ideologia conservadora, semelhante ao período stalinista.
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