Os pedidos de cidadania portuguesa por brasileiros estão enfrentando atrasos que agora chegam a três anos. Antes, o prazo era de dois anos e cinco meses. Essa situação piorou por causa da falta de funcionários no Instituto dos Registros e Notariado, o que deixou muitos processos parados na fase de análise. Manoel Villas Boas Júnior, que espera há quase três anos, expressa sua frustração ao ver seu processo ainda na primeira etapa. Ele e outros brasileiros, que têm direito à cidadania por serem netos de portugueses, notam que os prazos não estão sendo cumpridos. O site do IRN costumava informar que o tempo de espera era de 24 a 29 meses, mas essa informação não está mais disponível. Apesar das tentativas de contato, o IRN e o Ministério da Justiça não responderam sobre os atrasos ou a falta de informações atualizadas. A incerteza continua a afetar muitos que aguardam a regularização de sua cidadania.
Os pedidos de cidadania portuguesa por brasileiros enfrentam atrasos significativos, que agora chegam a três anos. Inicialmente, o prazo estipulado era de dois anos e cinco meses para a conclusão dos processos. A situação se agravou devido à falta de mão de obra no Instituto dos Registros e Notariado (IRN), resultando em processos paralisados na fase de análise.
A escassez de funcionários nas conservatórias impede o andamento normal dos pedidos. Manoel Villas Boas Júnior, que aguarda há quase três anos, relata sua frustração: “Após 36 meses, o processo ainda se encontra parado na etapa 1 de 4”. Ele, assim como muitos brasileiros que têm direito à cidadania por serem netos de portugueses, observa que os prazos não estão sendo cumpridos.
A página oficial do IRN anteriormente informava que o tempo para a conclusão de um pedido correto era de 24 a 29 meses. No entanto, essa informação não está mais disponível nas seções de perguntas frequentes ou informações gerais dos sites do IRN e do Ministério da Justiça. Manoel questiona: “Não sei onde está a informação, porque tinha este prazo na página antiga”.
Apesar das tentativas de contato, tanto o IRN quanto o Ministério da Justiça não forneceram respostas sobre os motivos dos atrasos ou sobre a atualização das informações nos sites. A incerteza continua a afetar muitos brasileiros que aguardam a regularização de sua cidadania.
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