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Regina Gonçalves presta depoimento sobre tentativa de feminicídio de ex-motorista

Regina Lemos Gonçalves, viúva do fundador da Copag, é investigada por tentativa de feminicídio contra seu ex-motorista, que está foragido.

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Regina Lemos Gonçalves, viúva do fundador dos baralhos Copag, está sendo processada por tentativa de feminicídio contra seu ex-motorista, José Marcos Chaves Ribeiro, que está foragido. Regina, de 89 anos, prestou depoimento no Fórum Central do Rio, onde contou sobre uma queda que acredita ter sido causada por José Marcos, que a família suspeita que queria roubar sua fortuna. A juíza Lucia Glioche viu indícios de tentativa de feminicídio e destacou a gravidade do caso. Regina chegou ao fórum com uma bengala e foi acompanhada por seus advogados. Após a queda, ela foi internada e passou por cirurgia. Além da tentativa de feminicídio, José Marcos enfrenta acusações de cárcere privado, violência psicológica e furto. A juíza ressaltou a importância do depoimento da vítima, que não está interditada e teve sua lucidez confirmada. A decisão sobre o caso pode levar à absolvição do acusado ou a sua impronúncia, dependendo das provas apresentadas.

Regina Lemos Gonçalves, viúva do fundador dos baralhos Copag, Nestor Gonçalves, é alvo de uma ação penal por tentativa de feminicídio contra seu ex-motorista, José Marcos Chaves Ribeiro, que está foragido. A socialite, de 89 anos, prestou depoimento no Fórum Central do Rio nesta quinta-feira, 22 de maio.

Durante cerca de duas horas, Regina detalhou uma queda que atribui a José Marcos, ocorrida em 30 de dezembro de 2021. A família acredita que o ex-motorista planejava se apropriar da fortuna da socialite. A juíza Lucia Glioche reconheceu indícios de tentativa de feminicídio, considerando a gravidade da situação.

Regina chegou ao fórum com o auxílio de uma bengala e foi acompanhada por seus advogados, Marcelo Coelho Pereira e Beatriz Abraão de Oliveira. A audiência, que deveria ter ocorrido duas semanas antes, foi adiada pela juíza. Após a queda, Regina foi internada no Hospital Marcos Moraes, onde passou por uma cirurgia de drenagem de hematoma subdural crônico bilateral.

A juíza destacou que o quadro de Regina indica a possibilidade de que ela tenha sido vítima do crime descrito na denúncia. Além da tentativa de feminicídio, José Marcos também é acusado de cárcere privado, violência psicológica e furto. A magistrada ressaltou que a palavra da vítima é de extrema relevância, independentemente da idade ou de possíveis ações de interdição.

Regina, que não está interditada e teve sua lucidez atestada, é a primeira a prestar esclarecimentos sobre o caso. A decisão da juíza indica que a instrução probatória poderá levar à absolvição do acusado ou à sua impronúncia, dependendo das evidências apresentadas.

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