O governo da Nigéria apresentou acusações de difamação contra a senadora Natasha Akpoti-Uduaghan, que havia acusado o presidente do Senado, Godswill Akpabio, e o ex-governador Yahaya Bello de planejarem sua eliminação. Akpoti-Uduaghan também havia feito uma acusação de assédio sexual contra Akpabio, que ele negou. As novas acusações surgiram após uma entrevista em que Akpoti-Uduaghan falou sobre supostas conversas entre Akpabio e Bello sobre sua eliminação. O procurador-geral do país afirmou que as declarações dela poderiam prejudicar a reputação dos dois políticos. Akpoti-Uduaghan não se manifestou publicamente sobre as novas acusações e, em março, foi suspensa do Senado por seis meses, uma decisão que seus apoiadores acreditam estar relacionada às suas alegações contra Akpabio.
A senadora nigeriana Natasha Akpoti-Uduaghan enfrenta acusações de difamação apresentadas pelo governo do país. As acusações surgem após suas alegações de que Godswill Akpabio, presidente do Senado, e Yahaya Bello, ex-governador, teriam planejado sua eliminação. Ambas as figuras políticas negaram as acusações.
Akpoti-Uduaghan havia anteriormente denunciado Akpabio por assédio sexual, alegações que também foram refutadas por ele. O procurador-geral da Nigéria fundamentou as novas acusações em uma entrevista da senadora, onde mencionou discussões sobre sua possível eliminação. O governo argumenta que essas declarações podem prejudicar a reputação de Akpabio e Bello.
A senadora não se manifestou publicamente sobre as acusações de difamação. Em março, após suas alegações de assédio, ela foi suspensa do Senado por seis meses, sem remuneração. A comissão de ética do Senado justificou a suspensão por comportamento “indisciplinado e disruptivo” durante um debate, mas apoiadores de Akpoti-Uduaghan afirmam que a punição é uma retaliação por suas denúncias.
Entre na conversa da comunidade