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SPTrans considera inviável estacionamento sob o Minhocão e defende fluidez do trânsito

SPTrans considera inviável proposta de estacionamento sob o Minhocão, citando impactos na operação de ônibus e críticas de vereadora.

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A SPTrans declarou que a criação de vagas de estacionamento sob o Minhocão, proposta pelo vice-prefeito Mello Araújo, é “totalmente inviável”. O órgão afirmou que isso prejudicaria a operação dos ônibus na área, onde circulam cerca de cem ônibus por hora. A manobra de entrada e saída de carros afetaria a segurança e a fluidez do trânsito. Antes do início das obras, um parecer da CET já havia indicado que as vagas comprometeriam a segurança de uma ciclovia existente. A vereadora Renata Falzoni criticou a proposta, dizendo que ela demonstra falta de planejamento e que a intenção é expulsar moradores de rua que se abrigam no local. A Prefeitura de São Paulo não se manifestou sobre o assunto. Mello Araújo defendeu que o estacionamento ajudaria a evitar o descarte irregular de lixo na região. A situação gerou opiniões divergentes entre aliados, com alguns considerando a ação desastrosa e outros acreditando que o vice-prefeito estava tentando fazer o melhor pela cidade.

A SPTrans declarou a proposta de criar vagas de estacionamento sob o Minhocão em São Paulo como “totalmente inviável”. O vice-prefeito Mello Araújo (PL) defende a ideia, mas a avaliação do órgão aponta que a implementação prejudicaria a operação dos ônibus na região, onde circulam cerca de cem ônibus por hora.

No ofício enviado à vereadora Renata Falzoni (PSB), a SPTrans argumenta que a entrada e saída de veículos em um estacionamento no canteiro central comprometeriam a fluidez e a segurança do transporte coletivo. Atualmente, o corredor de ônibus está em fase de expansão, e a proposta de estacionamento contraria pareceres técnicos anteriores que já indicavam sua inviabilidade.

Críticas à Proposta

Renata Falzoni criticou a falta de planejamento viário e a intenção subjacente de expulsar moradores de rua da área. Ela afirmou que “nem os próprios órgãos oficiais conseguem defender essa medida”, ressaltando que o projeto ignora critérios técnicos e desrespeita a legislação municipal. A vereadora também destacou que a proposta é um ataque à dignidade humana, visando remover as pessoas em situação de rua que se abrigam sob o Minhocão.

A Prefeitura de São Paulo não se manifestou sobre a questão. Mello Araújo, por sua vez, defendeu que o estacionamento ajudaria a combater o descarte irregular de lixo na região. Antes do início das obras, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) já havia indicado que as vagas seriam inviáveis devido à segurança da ciclovia existente.

Desdobramentos Políticos

A proposta gerou descontentamento entre aliados do prefeito Ricardo Nunes (MDB), que classificaram a ação como um evento “desastroso” e “inoportuno”. Apesar de Mello Araújo ter agido com o conhecimento do prefeito, a situação expôs a administração a críticas desnecessárias. O vice-prefeito, ex-comandante da Rota e indicado por Jair Bolsonaro (PL), é visto como um nome de confiança, mas sua primeira experiência como prefeito em exercício gerou controvérsias.

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