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Governo Trump acusa Universidade de Columbia de discriminação contra estudantes judeus

Governo Trump investiga Columbia por suposta indiferença a assédio contra estudantes judeus, após proibição de matrícula em Harvard.

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O governo Trump acusou a Universidade de Columbia de não proteger alunos judeus de assédio, alegando que a instituição violou a lei de direitos civis. A acusação surgiu após uma investigação de 19 meses do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, que afirmou que a universidade agiu com “indiferença deliberada” em relação ao assédio. A investigação considerou entrevistas, políticas da universidade e reportagens sobre incidentes antissemitas. O governo disse que a universidade não tomou medidas adequadas após um ataque terrorista em Israel em outubro de 2023. Columbia se comprometeu a trabalhar com o governo para resolver a situação e afirmou que é contra o antissemitismo e qualquer forma de discriminação. Essa é mais uma ação do governo Trump contra universidades, que já havia proibido a matrícula de estudantes estrangeiros em Harvard, decisão que foi derrubada pela Justiça.

O governo Trump acusou a Universidade de Columbia de violar a lei de direitos civis ao não proteger alunos judeus de assédio. A acusação foi feita pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) e se baseia em uma investigação de dezenove meses. A universidade teria agido com “indiferença deliberada” em relação a incidentes antissemitas desde o ataque terrorista em Israel, em outubro de 2023.

O HHS alega que Columbia violou o “Título VI” da Lei dos Direitos Civis de mil novecentos e sessenta e quatro, que proíbe discriminação em instituições que recebem financiamento federal. O governo afirmou que a universidade não tomou medidas adequadas para proteger seus alunos judeus. As conclusões foram fundamentadas em entrevistas, análise de políticas e reportagens sobre incidentes antissemitas no campus.

O diretor interino do Escritório de Direitos Civis do HHS, Anthony Archeval, expressou a intenção de dialogar com a universidade para estabelecer um acordo que promova mudanças significativas. Em resposta, a Universidade de Columbia afirmou que está comprometida em combater o antissemitismo e que trabalhará com o HHS e o Departamento de Educação para resolver a situação.

Essa acusação é mais uma ação da administração Trump contra instituições de ensino superior. Recentemente, o governo proibiu a matrícula de estudantes estrangeiros em Harvard, decisão que foi revertida pela Justiça. A porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, criticou Harvard, afirmando que a universidade se tornou um “viveiro de agitadores antiamericanos, antissemitas e pró-terroristas”.

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