A vereadora Cris Monteiro, do partido Novo, foi criticada por suas declarações em um evento da Federação Israelita, onde disse que ser “mulher branca, bonita e rica” a torna alvo de preconceito. Ela comparou sua situação a uma fala de uma vereadora negra que a desafiou a visitar uma favela. A vereadora Luana Alves, do PSOL, acusou Monteiro de racismo e elitismo, prometendo buscar punições. Monteiro se defendeu, negando ser racista e afirmando que se dedica ao trabalho legislativo. Durante o dia, ela também enfrentou protestos de servidores municipais sobre um reajuste salarial e pediu desculpas, dizendo que não queria ofender ninguém. O caso continua gerando debates sobre racismo e elitismo na política.
No dia 29 de abril, a vereadora de São Paulo Cris Monteiro (Novo) foi alvo de críticas após suas declarações em um evento da Federação Israelita. Durante o encontro, ela reafirmou que sua condição de “mulher branca, bonita e rica” a torna alvo de preconceito, uma afirmação que já havia gerado polêmica na Câmara Municipal.
Monteiro comparou sua situação a uma fala de uma vereadora negra, que a desafiou a visitar uma favela após ela se manifestar sobre a remoção da favela do Moinho. A vereadora afirmou que a crítica recebida foi um exemplo de preconceito contra ela. “Uma mulher branca, bonita e rica incomoda muito vocês”, declarou, provocando risos na plateia.
A vereadora Luana Alves (PSOL), que já havia denunciado Monteiro por suas declarações anteriores, reiterou que as falas da colega são racistas e elitistas. Alves afirmou que irá buscar punições para Monteiro, acusando-a de continuar a proferir “absurdos racistas”.
Em resposta, Monteiro se defendeu, afirmando que repudia as tentativas de rotulá-la como racista. Ela destacou seu compromisso com o trabalho legislativo e a seriedade em suas funções. No mesmo dia, a vereadora já havia enfrentado protestos de servidores municipais que se opunham a uma proposta de reajuste salarial, onde também mencionou seu desconforto por ser criticada por sua condição social.
A situação gerou um tumulto na Câmara, e Monteiro pediu desculpas, afirmando que não tinha a intenção de ofender ninguém. A repercussão das declarações continua a gerar debates sobre racismo e elitismo na política.
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