A Justiça do Rio de Janeiro decidiu que Tânia e Marcelo Marchese D’Ottavio, que foram presos por suspeita de manter o corpo do pai em casa por meses, continuarão detidos. A prisão deles foi convertida de provisória para preventiva por causa da gravidade do caso. Os irmãos estão em uma clínica psiquiátrica, mostrando sinais de problemas mentais. A juíza Laura Noal Garcia, responsável pelo caso, afirmou que, mesmo sendo primários, a seriedade das ações deles justifica a prisão. A decisão visa proteger a ordem pública e facilitar a coleta de depoimentos. O corpo do pai, Dário Antonio Raffaele D’Ottavio, de 88 anos, foi encontrado em estado avançado de decomposição na casa da família, e a polícia investiga se os irmãos esconderam o corpo para continuar recebendo benefícios financeiros. Após a prisão, Tânia foi vista se recusando a sair de casa enquanto os policiais a informavam sobre a acusação de homicídio. O delegado Felipe Santoro disse que a situação foi chocante e que a morte pode ter sido natural, mas a investigação ainda está em andamento. Os irmãos estão sob escolta na clínica e uma nova audiência será marcada após a alta. A juíza pediu que a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro garanta que eles recebam o diagnóstico correto sobre possíveis problemas mentais.
A Justiça do Rio de Janeiro decidiu que Tânia e Marcelo Marchese D’Ottavio, irmãos presos por suspeita de manter o corpo do pai em casa por meses, permanecerão detidos. A prisão foi convertida de provisória para preventiva devido à gravidade do crime. Os irmãos estão internados em uma clínica psiquiátrica, apresentando sinais de transtornos psicológicos.
A juíza Laura Noal Garcia, da 14ª Vara Criminal, destacou que, apesar da primariedade dos irmãos, a gravidade das condutas justifica a manutenção da custódia. A decisão foi tomada para garantir a ordem pública e permitir que testemunhas sejam ouvidas sem intimação. A defesa dos irmãos havia solicitado a liberação, mas a juíza concordou com o pedido do Ministério Público e da autoridade policial.
O corpo de Dário Antonio Raffaele D’Ottavio, de 88 anos, foi encontrado em estado avançado de decomposição na residência da família, no bairro Cocotá. A polícia investiga a causa da morte e se os irmãos mantiveram o corpo oculto para continuar recebendo benefícios financeiros. Vizinhos relataram que o idoso não era visto há meses, levantando suspeitas.
Investigação em Andamento
Após a prisão, Tânia foi filmada se recusando a sair de casa, enquanto os agentes a informavam sobre a acusação de homicídio. O delegado Felipe Santoro descreveu a cena como “extremamente chocante” e afirmou que há indícios de que a morte pode ter ocorrido por causas naturais, mas a investigação continua.
Os irmãos permanecem sob escolta policial na clínica psiquiátrica, e uma nova audiência de custódia será realizada após a alta. A juíza determinou que a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro seja notificada para garantir que os irmãos recebam o diagnóstico adequado de possíveis transtornos mentais.
Entre na conversa da comunidade