O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, fez um discurso em um evento de filiação do secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, ao Progressistas, onde falou sobre a formação de uma frente anti-Lula na direita. Isso gerou desconforto entre os apoiadores de Jair Bolsonaro, que se sentem traídos, já que Tarcísio parece estar se posicionando como um candidato à presidência em 2026, enquanto Bolsonaro está inelegível até 2030. Durante o evento, Tarcísio destacou a união dos partidos presentes e a importância de ter um grupo forte para o futuro. Derrite, por sua vez, se lançou como candidato ao Senado, e o clima do evento foi interpretado como um palanque para Tarcísio. A ausência de parlamentares bolsonaristas e a falta de menção a Bolsonaro reforçaram essa impressão. Ciro Nogueira, presidente do PP, e Valdemar Costa Neto, do PL, comentaram que a decisão de Tarcísio sobre a candidatura presidencial depende de Bolsonaro, mas não descartaram essa possibilidade. A filiação de Derrite ao PP foi vista como um retorno às suas origens políticas, e ele se comprometeu a trabalhar por mudanças na legislação penal. O evento também contou com a presença de várias lideranças partidárias, mas a falta de apoio de bolsonaristas deixou um clima de tensão.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), destacou a formação de uma frente anti-Lula na direita durante a filiação do secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, ao Progressistas (PP), na noite de quinta-feira, 22 de maio. O evento, realizado em São Paulo, gerou desconforto entre bolsonaristas, que veem a movimentação como uma ameaça à liderança de Jair Bolsonaro (PL), inelegível até 2030.
Tarcísio afirmou que o grupo de líderes partidários presente estava unido e preparado para as eleições de 2026. Ele declarou: “Este grupo estará unido”, enfatizando a necessidade de um caminho claro em meio à incerteza política. A cerimônia contou com a presença de presidentes de partidos como PL, PSD, União Brasil e Podemos, mas excluiu parlamentares bolsonaristas, que criticaram a falta de menção a Bolsonaro e a ausência de apoio à anistia dos presos do 8 de janeiro.
Guilherme Derrite, que se lançou como candidato ao Senado, justificou sua filiação ao PP como um retorno às suas origens políticas. O evento também serviu como um possível palanque para Tarcísio, que é cogitado como candidato à presidência. Ciro Nogueira, presidente do PP, não descartou essa possibilidade, afirmando que o partido defenderia Derrite para o governo paulista caso Tarcísio se lance à presidência.
O clima de tensão entre os bolsonaristas e a nova aliança de Tarcísio e Derrite se intensificou, com críticas sobre a falta de apoio a Bolsonaro. O governador, que deve testemunhar em defesa do ex-presidente em um processo no Supremo Tribunal Federal (STF), ainda não recebeu o aval de Bolsonaro para sua candidatura presidencial. A movimentação política em São Paulo continua a ser monitorada, com desdobramentos que podem impactar as eleições de 2026.
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