Faltando seis meses para a COP30, o Aeroporto Internacional de Belém não está preparado para receber os cerca de 50 mil visitantes esperados. O Ministério de Portos e Aeroportos e a Polícia Federal estão cobrando a administração do aeroporto para que defina rapidamente as tecnologias necessárias para garantir segurança e agilidade no desembarque. Atualmente, o aeroporto só consegue atender 250 passageiros por hora na área de desembarque internacional, um número muito baixo para o volume de pessoas que deve chegar em novembro.
Faltam seis meses para a COP30 e o Aeroporto Internacional de Belém enfrenta sérias limitações para receber os cerca de 50 mil visitantes esperados. A administração do terminal opera com capacidade de apenas duzentos e cinquenta passageiros por hora na área de desembarque internacional. O Ministério de Portos e Aeroportos e a Polícia Federal (PF) pressionam a gestão do aeroporto para definir urgentemente as tecnologias necessárias para garantir segurança e fluidez.
A falta de respostas da administração do aeroporto levanta preocupações sobre a capacidade de atender ao fluxo intenso de turistas. Especialistas do setor afirmam que a atual capacidade é incompatível com o volume de pessoas projetado para o evento. A situação exige uma resposta rápida para evitar congestionamentos e problemas de controle migratório.
Além disso, a escolha do Aeroporto Internacional de Belém como um dos principais pontos de entrada para a COP30 destaca a importância de melhorias na infraestrutura. A urgência em resolver essas questões é evidente, pois o evento está agendado para novembro. A administração do aeroporto precisa agir rapidamente para garantir que as condições de operação sejam adequadas para um evento de tal magnitude.
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