Andrii Portnov, ex-assessor do presidente ucraniano Viktor Yanukovych, foi assassinado em Madrid com nove tiros enquanto deixava suas filhas na escola. O ataque foi rápido e planejado, com o assassino usando uma arma moderna e potente. Portnov, que tinha um histórico de corrupção e vínculos com a Rússia, se mudou para a Espanha após a invasão russa da Ucrânia. Ele era uma figura polêmica, conhecida por ameaçar jornalistas e por sua influência no governo anterior. A polícia investiga se o crime teve motivações políticas ou econômicas, já que Portnov tinha muitos inimigos devido ao seu passado. Após seu assassinato, surgiram especulações sobre quem poderia estar por trás do crime, incluindo a possibilidade de envolvimento russo ou de grupos criminosos. A investigação está em andamento e a polícia busca três suspeitos que fugiram após o ataque.
Andrii Portnov, ex-assessor do presidente ucraniano Viktor Yanukovych, foi assassinado em Madrid com nove tiros. O crime ocorreu na quarta-feira, em um estacionamento próximo ao colégio de suas filhas, em Pozuelo de Alarcón. A polícia investiga possíveis motivações políticas ou econômicas por trás do ataque.
O autor dos disparos utilizou uma arma de nove milímetros Parabellum, comum entre forças de segurança ocidentais. Especialistas indicam que os disparos foram feitos a curta distância, com a intenção de garantir a morte da vítima. Após o crime, os assassinos se dispersaram entre as árvores da Casa de Campo, e a polícia busca três indivíduos envolvidos.
Portnov, que se mudou para a Espanha em junho de 2022, após a invasão russa, era uma figura polêmica. Ele foi acusado de corrupção e de promover a repressão durante as manifestações de Euromaidan em 2013. Sua atuação no governo Yanukovych o tornou alvo de muitos inimigos, especialmente entre os defensores de uma Ucrânia europeia.
Motivações e Consequências
A investigação aponta que Portnov não contava com segurança profissional, o que pode ter facilitado o ataque. Ele costumava levar suas filhas ao colégio, o que foi considerado um momento de vulnerabilidade pelos assassinos. A tentativa de transferir uma mansão em Kiev para seus filhos, que expôs sua localização, também é analisada como um possível fator que contribuiu para o crime.
A morte de Portnov gerou reações mistas na Ucrânia. Embora muitos celebrem sua morte, outros alertam para a necessidade de reformas judiciais, já que muitos dos aliados que ele colocou em posições de poder ainda permanecem no sistema. A possibilidade de que seu assassinato tenha sido motivado por questões econômicas ou vingança também é considerada.
A polícia espanhola continua a investigação, enquanto a comunidade ucraniana observa atentamente os desdobramentos desse caso, que pode ter implicações mais amplas no contexto da guerra entre Ucrânia e Rússia.
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